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2º TURNO: SAIBA QUAIS CIDADES VOLTARÃO ÀS URNAS NO DOMINGO (27/10)

O 2º turno das eleições acontece neste domingo (27/10). Mais de 33 milhões de brasileiros voltarão às urnas

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Foto: Getty Images

Eleitores de 51 municípios brasileiros retornarão às urnas para o segundo turno das Eleições Municipais de 2024 neste domingo (27/10). O pleito, que decidirá os novos prefeitos, acontece das 8h às 17h, no horário de Brasília.

O primeiro turno foi realizado em 6 de outubro, quando eleitores de 5.569 cidades participaram do processo eleitoral.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 120 milhões de brasileiros votaram, representando cerca de 78% do eleitorado.

Agora, 33,9 milhões de eleitores, distribuídos por 51 municípios, incluindo 15 capitais, voltarão às urnas para definir os prefeitos de suas cidades.

Locais que terão 2° turno

Entre as cidades que terão segundo turno, estão 15 capitais. Confira a lista:

  • Aracaju (SE)
  • Curitiba (PR)
  • Natal (RN)
  • Belém (PA)
  • Fortaleza (CE)
  • Palmas (TO)
  • Belo Horizonte (MG)
  • Goiânia (GO)
  • Porto Alegre (RS)
  • Campo Grande (MS)
  • João Pessoa (PB)
  • Porto Velho (RO)
  • Cuiabá (MT)
  • Manaus (AM)
  • São Paulo (SP)

Regras para o 2º turno

A legislação eleitoral brasileira determina que o segundo turno ocorre apenas em municípios com mais de 200 mil eleitores. A nova votação é necessária quando nenhum dos candidatos alcança mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno.

Fonte: Metropoles https://www.metropoles.com/brasil/2o-turno-saiba-quais-cidades-voltarao-as-urnas-no-domingo-27-10

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado.

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo Regimento Interno, a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição).

Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das comissões parlamentares, que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link Projetos em Tramitação.

Conhecimento das competências – Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo.

Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT.

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.

Fonte: ALMT – MT



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