HUMILDADE

FLÁVIA MORETTI PODERÁ PEDIR AJUDA A JAIME CAMPOS, DIZ SENADOR WELLINGTON FAGUNDES

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Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Flavia Moretti (PL) foi eleita prefeita de Várzea Grande, com Tião da Zaeli (PL) como seu vice, em uma disputa marcada por críticas à gestão da família Campos. Ela venceu o atual prefeito, Kalil Baracat (MDB), com uma diferença de 7.755 votos. O senador Wellington Fagundes (PL) expressou otimismo quanto à colaboração do senador Jayme Campos (União) com a nova gestão de Flávia.

O senador Wellington Fagundes (PL) acredita que o senador Jayme Campos (União) vai ajudar a gestão da prefeita eleita Flávia Moretti

Segundo Fagundes, Flávia será humilde para pedir ajuda e Jayme Campos deve colaborar por Várzea Grande.

De acordo com o senador  Wellington  a prefeita eleita já está demonstrando que  está preocupada em governar. Flávia tem humildade suficiente para buscar quem pode ajudar Várzea Grande. Moretti foi à Assembleia e está procurando todos.

O senador Jayme tem mandato e claro: ele também gosta de Várzea Grande. Eu tenho certeza de que ele vai ajudar Várzea Grande. Não é questão pessoal de quem foi eleito. Agora, o projeto é a cidade. O projeto tem que ser a cidade. Terminou a eleição, é cuidar do povo, afirmou o senador. 

Jaime  disse  a nossa equipe do omatogrosso.com que não tem nada contra ninguém, que ele  é de Várzea Grande  e atende  todos prefeitos como  a população de Mato Grosso, e não encontra nenhuma dificuldade em ajudar a Gestaõ de Flávia. Jaime  falou que  faz política e que tem espírito republicano de forma democrático e acima de interesses políticos partidários. Jaime finalizou  que faz política, sem rancor,independente de resultados das eleições. O senador disse  um gestor tem que relmente ter humildade e procurar todos aqueles que certamente podem colaborar independente de qualquer coisa.

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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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