"puras fofocas"

GOVERNADOR MAURO MENDES REFORÇA QUE NÃO HOUVE TRAIÇÃO DE GARCIA A EDUARDO BOTELHO

Alegações ou fofocas?. ‘demos risadas, conversamos sobre o que aconteceu’.

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Política

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

O presidente do União Brasil de Mato Grosso, governador Mauro Mendes, ressaltou que não houve nenhuma traição dentro do partido contra o presidente da Assembleia Legislativa e ex-candidato a prefeito de Cuiabá, Eduardo Botelho, principalmente do secretário-chefe da Casa Civil e ex-coordenador de Botelho, Fábio Garcia.

Conforme o governador, esses rumores são puras “fofocas”, que não tem base nenhuma, já que, segundo ele, a relação entre ambos era boa e de muito trabalho.

Me dá um caso concreto. Já foi desafiado de o Fábio Garcia ter feito traição. Alguém fofoqueiro, alguém que está conversando com o fiado e na política é normal que isso tenha, fica falando isso. Baseado em quê? Em fofoca?”, questionou.

“Estive com o Botelho junto com o Fábio Garcia, demos grandes risadas, conversamos sobre um pouco do que aconteceu, mas acima de tudo sobre o presente e o futuro”, complementou.

A declaração de Fábio Garcia de que, caso fosse candidato teria obtido resultado melhor de Botelho, causou polêmica, visto que ambos disputaram a vaga no passado.

O governador destacou que não há rusga no partido e defendeu a postura adotada por Garcia em ter declarado seu apoio a Abílio Brunini (PL) no segundo turno, um dia depois do resultado das eleições.

Diferente dos resultados das pesquisas de intenção de voto, Botelho ficou em terceiro lugar na disputa para prefeito, com 88.977 votos (27,77%). Ele ficou de fora do segundo turno, disputado entre Abílio Brunini e Lúdio Cabral (PT).

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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