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Botelho coloca R$ 300 mil do próprio bolso para a campanha pela Prefeitura de Cuiabá

Eduardo Botelho (União), lidera o ranking dos candidatos que mais injetaram dinheiro do próprio bolso

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Política

Foto Vanderson Ferraz AL-MT

Nos dias atuais da disputa eleitoral pela prefeitura de Cuiabá em outubro próximo, o presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Eduardo Botelho (União), lidera o ranking dos candidatos que mais injetaram dinheiro do próprio bolso em sua campanha. Conforme dados da Justiça Eleitoral, Botelho é o segundo no país, tendo doado R$ 300 mil, por meio de dois PIXs de R$ 150 mil, para disputar a Prefeitura de Cuiabá – empatado com Eduardo Girão (Novo), candidato a prefeito de Fortaleza, que também desembolsou R$ 300 mil..

Botelho declarou um total de R$ 3.365.264,50 em bens. Conforme a legislação, eleitores poderão doar para campanhas um valor equivalente a 10% da sua renda bruta anual declarada à Receita Federal. Além disso, a lei também prevê que o candidato possa usar em suas campanhas recursos próprios que correspondam até 10% dos limites previstos para os gastos de campanha –  R$ 13.322.541,81 neste primeiro turno.

Até o presente momento, o candidato tem o total de R$ 5,4 milhões em caixa. Na semana passada, a direção nacional do União Brasil repassou R$ 5 milhões do fundo especial para a campanha de Botelho. Além disso, o deputado recebeu R$ 100 mil do empresário William Ribeiro Cerqueira.

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Projeto cria plataforma para monitorar estoque e falta de medicamentos no país

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O Projeto de Lei 1840/26 obriga indústrias, distribuidores, farmácias e hospitais a monitorar e divulgar informações sobre a disponibilidade, o estoque e a previsão de falta de medicamentos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Plataforma Nacional de Monitoramento de Medicamentos, vinculada ao Ministério da Saúde. A plataforma, acessível ao público, informará a disponibilidade atualizada dos medicamentos e alertará sobre risco de desabastecimento a usuários cadastrados. Itens para doenças crônicas, psiquiátricas, oncológicas e raras terão prioridade.

“O acesso a essas informações é fundamental para que o cidadão possa planejar o tratamento, evitar interrupções e exercer plenamente o direito constitucional à saúde”, disse a ex-deputada Heloísa Helena (Rede-RJ), autora do projeto, que atualmente está na suplência de mandato.

O texto também é assinado pelas deputadas Fernanda Melchionna (Psol-RS) e Luizianne Lins (Rede-CE).

Segundo o projeto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será responsável por regulamentar as diretrizes da lei.

O descumprimento das regras sujeitará os infratores a sanções administrativas. As instituições também poderão ser impedidas de participar de licitações e processos de aquisição de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Próximos passos
A proposta tem regime de urgência e, por isso, poderá ser votada diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara. O texto está apensado ao Projeto de Lei 7046/25, sobre o mesmo tema.

Para virar lei, o projeto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli



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