inexperientes!
DEPUTADA DISPARA QUE LÚDIO NÃO DEU RESULTADOS EM 20 ANOS NA POLÍTICA E OUTRO FAZ ‘GESTÃO’ DE CELULAR
Executivo exige preparo e capacidade de gestão e condições de articulação, cobra a deputada Gisela
Política
A deputada federal Gisela Simona (União) falou sobre a atual situação de calamidade pública em que se encontra Cuiabá, destacando o caos financeiro e a falência que impera na saúde da capital. A parlamentar enfatizou de forma bem clara, de que o próximo prefeito de Cuiabá precisa ser um bom gestor e articulador para buscar a união de esforços para consertar a capital. Ela aponta que não dá para esperar muito de alguém que está há 20 anos na política e não tem resultado, se referindo a Lúdio Cabral (PT), e nem em alguém que vive com celular na mão, mas não faz gestão, em referência a Abílio Brunini (PL).
“O que eu vejo é o seguinte: um candidato é uma pessoa que está há 20 anos na política, em mandatos importantes, e você não vê resultados. Ele está sempre na oposição e tem pouco resultado no exercício de mandatos. O outro tem uma postura que já combatemos em outros momentos, que com celular na mão faz gestão e não é assim. Executivo exige preparo e capacidade de gestão e condições de articulação”, declarou a parlamentar na manhã desta terça-feira (30) em entrevista recente.
Gisela Simona ressaltou de que há uma preocupação com a questão fiscal, uma vez que Cuiabá deve fechar o ano com déficit de R$ 1,7 bilhão. O combate à corrupção e a má-gestão deverão ser uma das prioridades ao lado da saúde para o próximo gestor.
Com isso, a deputada defende que Cuiabá precisa de união, de alguém preparado, que saiba dialogar, articular e que tenha experiência em administração. “Botelho é o mais preparado, tem experiência na gestão, seja na vida privada, seja na Assembleia, que tem um orçamento quase do tamanho de uma prefeitura”, afirmou a deputada Gisela Simona.
Política
Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores
O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.
Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.
O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”
Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.
O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.
Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.
O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.
Fonte: ALMT – MT
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