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Câmara vota nesta quarta-feira (10/07) a reforma tributária

Isso representa a soma do IBS, Imposto sobre Bens e Serviços de estados e municípios, e a CBS, a Contribuição sobre Bens e Serviços federal. Os novos tributos vão substituir o IPI, o PIS, a Cofins, o ICMS e o ISS. 

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Fotos: Antônio Cruz / Agencia Brasil

A Câmara dos Deputados pode votar ainda nesta quarta-feira (10/07) a regulamentação da reforma tributária. Pela proposta, a alíquota média de referência da nova tributação será de 26,5%. 

Isso representa a soma do IBS, Imposto sobre Bens e Serviços de estados e municípios, e a CBS, a Contribuição sobre Bens e Serviços federal. Os novos tributos vão substituir o IPI, o PIS, a Cofins, o ICMS e o ISS. 

Diversos setores terão descontos na alíquota referencial ou isenção total, como é o caso da cesta básica. O texto ainda mantém o cashback, a devolução do imposto para as pessoas mais pobres para água, esgoto e energia. 

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a inclusão das carnes na cesta básica pode aumentar a alíquota geral do IVA, o Imposto sobre Valor Adicionado, em 0,53 ponto porcentual, de 26,5% para 27,03%, a maior do mundo. A ideia, segundo Haddad, é aumentar o cashback.

“Cashback, tá sendo discutido. Aumentar a parcela do imposto que é devolvida para as pessoas que estão no Cadastro Único. Isso é uma coisa que tem efeitos distributivos importantes. Então às vezes não é isentar toda a carne. Mas aumentar o cashback de quem não pode pagar o valor cheio da carne.”

Para acelerar a votação, o presidente da Câmara, Arthur Lira, suspendeu todas as comissões. Com isso,  apenas o plenário vai funcionar nesta quarta e quinta-feira.
 

 

Fonte: Edição: Leila dos Santos / Rilton Pimentel – https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2024-07/camara-deve-votar-nesta-quarta-1007-reforma-tributaria

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Conab estima safra de grãos de 360,8 milhões de toneladas em 2025/26

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A produção brasileira de grãos na safra 2025/26 deve alcançar 360,8 milhões de toneladas, volume 2,4% superior ao colhido na temporada anterior. A estimativa consta do 11º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundo a estatal, o crescimento corresponde a um acréscimo de 8,5 milhões de toneladas em relação ao ciclo 2024/25. O resultado é influenciado pela expansão de 2,1% na área cultivada, estimada em 83,5 milhões de hectares.

A produtividade média das lavouras está prevista em 4.322 quilos por hectare, desempenho próximo ao registrado na safra passada, segundo a Conab.

Soja e milho

A soja continua sendo o principal produto agrícola do país e deve atingir produção de 180,5 milhões de toneladas. A produção do milho deve chegar a 143 milhões de toneladas.

A Conab destaca que condições climáticas registradas desde junho afetaram negativamente o desenvolvimento das lavouras de milho cultivadas no Nordeste, especialmente no nordeste da Bahia, em Sergipe e parte de Alagoas.

Algodão, feijão e arroz

Entre as demais culturas, a produção de algodão em caroço está estimada em 5,8 milhões de toneladas, equivalentes a 4,1 milhões de toneladas de pluma.

A produção de feijão, considerando as três safras, deve ficar em 3 milhões de toneladas – volume 3,2% abaixo do obtido no ciclo anterior. Apesar da queda, a Conab avalia que a oferta é suficiente para garantir o abastecimento do mercado interno.

Para o arroz, a estimativa é de 11,1 milhões de toneladas. A redução da produção é atribuída à diminuição da área cultivada. Segundo a companhia, o plantio ocorreu em área 14% menor que a registrada no ciclo anterior. Ainda assim, a colheita prevista atende à demanda doméstica.

Trigo

Entre as culturas de inverno, o destaque é o trigo, que tem produção estimada em 5,8 milhões de toneladas.

A previsão representa queda de 26,2%, na comparação com a safra de 2025. De acordo com a Conab, a redução está relacionada à retração de 20,4% na área destinada ao cultivo do cereal.



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