diálogos

EM MEIO A ‘PENDENGA’ ENTRE OS CAMPOS, KALIL VAI OUVIR PARTIDOS ALIADOS SOBRE SEU VICE

Nós temos um arco de aliança e vamos discutir isso conforme de forma muito tranquila

Publicado em

Política

Secom Prefeitura de Várzea Grande

Quanto a questão estratégica da definição de seu vice, o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), disse que a escolha do vice de uma eventual candidatura à reeleição ocorrerá sem pressão. A vaga deve ser ocupada pela indicação dos irmãos Jayme e Júlio Campos, senador e deputados estadual, respectivamente, ambos do União Brasil.

Só que, Kalil já explicou de que pretende estender as articulações também, junto aos partidos que compõem a sua base aliada, e ouvir os outros partidos que anunciam apoio a sua reeleição antes de bater o martelo de quem possivelmente caminhará ao seu lado nas eleições deste ano.
“Nós temos um arco de aliança e vamos discutir isso conforme de forma muito tranquila, ainda há tempo até lá”, frisou.
Um dos nomes mais cotados é do presidente da Câmara de Vereadores, Pedro Paulo Tolares, o  Pedrinho. O senador Jayme Campos comentou que ele e seu irmão, o deputado estadual Júlio Campos, se reuniram com o parlamentar no último final de semana informando o desejo do partido em fazer a indicação e que ele poderia ser designado.
O assunto sobre vice tem provocado barulho, se tornando público e polêmico entre os irmãos nos bastidores. Jayme não esconde sua preferência pelo presidente da Câmara, mas seu irmão defende que o empresário Elias Domingos, filho de Toninho Domingos, ou seu sobrinho, o empresário Dudu Campos, seja o indicado.
Além deles, também estão cotados para vice os vereadores do União Brasil, Pablo Pereira e Rosy Prado.

 

 

 

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores

Publicados

em


O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.

Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.

O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”

Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.

O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.

Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.

O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.

Fonte: ALMT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA