Esporte

Corinthians atropela o Fluminense na Neo Química Arena pelo Brasileirão

Publicado em

Esporte


Na tarde deste domingo (29.04), a Neo Química Arena foi palco de uma partida agitada entre Corinthians e Fluminense, válida pela 4ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time da casa não deu chances para o adversário e construiu uma boa vantagem no primeiro tempo, garantindo a vitória de forma convincente.

Aos 39 minutos, o jogador Wesley abriu o placar com um belo gol de fora da área, trazendo alegria para a torcida corintiana. Pouco antes do intervalo, aos 46 minutos, Wesley protagonizou outro lance de destaque, driblando a zaga do Fluminense e batendo na saída do goleiro Fábio, ampliando a vantagem para o Corinthians.

No início da etapa final, aos 2 minutos, Caca marcou de cabeça após falta cobrada por Garro, aumentando a diferença e fechando a conta para a equipe alvinegra. Apesar de ter mais posse de bola, o Fluminense encontrou dificuldades para finalizar e não conseguiu reverter o placar, saindo derrotado da partida.

Com essa vitória contundente, o Corinthians marcou sua primeira vitória na competição e conseguiu sair da zona de rebaixamento, alcançando uma posição intermediária na tabela. Já o Fluminense, com os mesmos 4 pontos, permanece na 15ª posição, buscando se recuperar nas próximas rodadas.

O resultado do confronto reflete a superioridade do Corinthians em campo e a determinação da equipe em conquistar pontos importantes no campeonato. A torcida corintiana celebra a vitória e a possível retomada de um bom desempenho na temporada.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 3 X 0 FLUMINENSE

Local: Neo Química Arena, em Itaquera (SP)
Data: 28/04/2024
Horário: às 16h (de Brasília)
Árbitro: Ramon Abatti Abel (Fifa-SC)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (Fifa-MG) e Rafael da Silva Alves (Fifa-RS)
VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (Fifa-MG)
Público total: 42.119 torcedores
Renda: R$ 2.521.430,00
Cartões amarelos: Guga e Marquinhos (Fluminense); Wesley, Rodrigo Garro, Gustavo Mosquito e Breno Bidon (Corinthians)

Gols: Wesley, aos 39 e 45 do 1ºT, e Cacá, aos 2 do 2ºT (Corinthians)

CORINTHIANS: Carlos Miguel; Fagner, Félix Torres, Cacá e Hugo (Bidu); Raniele (Paulinho) , Breno Bidon (Guilherme Biro) e Rodrigo Garro; Romero, Wesley e Pedro Henrique (Gustavo Mosquito/Matheuzinho). Técnico: António Oliveira

FLUMINENSE: Fábio; Guga (Douglas Costa), Felipe Melo (Felipe Andrade), Manoel e Marcelo (Diogo Barbosa); Martinelli, Lima e Paulo Henrique Ganso (Renato Augusto); Jhon Arias, Marquinhos e Germán Cano (Terans)
Técnico: Fernando Diniz





AGÊNCIA DE ESPORTES

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Esporte

Quando perder músculo também ameaça o cérebro

Publicados

em


Durante muito tempo, falar em obesidade significava olhar apenas para o peso e para o IMC. Hoje sabemos que isso é insuficiente.

Duas pessoas com o mesmo peso podem ter condições completamente diferentes. Uma pode apresentar boa massa muscular e força preservada. A outra pode acumular gordura, especialmente abdominal, enquanto perde músculo e capacidade funcional.

Essa combinação é chamada de obesidade sarcopênica.

Ela reúne dois problemas importantes: excesso de gordura corporal e redução da massa ou da força muscular. Além de aumentar o risco de fragilidade, quedas, diabetes e doenças cardiovasculares, novas evidências mostram que essa condição também pode estar associada a maior risco de demência.

O que a ciência mostra :

 

Um grande estudo publicado na revista Clinical Nutrition avaliou dados de centenas de milhares de pessoas e analisou a relação entre composição corporal, força muscular e desenvolvimento de demência.

Os resultados mostraram que tanto a sarcopenia isolada quanto a obesidade sarcopênica estavam associadas a um risco maior de declínio cognitivo. Um dos achados mais relevantes foi a importância da força de preensão manual, medida por dinamometria.

Quanto menor a força e quanto maior sua redução ao longo dos anos ,maior foi o risco observado.

Isso reforça uma mudança importante na forma de avaliar a saúde: Não basta saber quanto peso uma pessoa perdeu. Precisamos saber quanto músculo e quanta força ela conseguiu preservar.

Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?

 

Uma perda de peso mal conduzida pode incluir perda significativa de massa muscular, principalmente em pessoas mais velhas, sedentárias, submetidas a dietas muito restritivas ou a tratamentos sem acompanhamento adequado.

Mesmo com o avanço dos medicamentos para obesidade, o objetivo não deve ser apenas reduzir o número na balança. O tratamento precisa preservar músculo, reduzir gordura visceral, melhorar o metabolismo e manter a autonomia.

O paciente não deve apenas ficar mais leve. Deve ficar mais saudável, mais forte e funcionalmente mais capaz.

Por que o músculo influencia a saúde cerebral?

A relação entre músculo e cérebro é complexa, mas alguns mecanismos ajudam a explicá-la.

A perda muscular pode piorar a resistência à insulina, reduzir o gasto energético, aumentar o sedentarismo e favorecer inflamação crônica. Ao mesmo tempo, fatores como hipertensão, diabetes, apneia do sono e colesterol elevado afetam os vasos sanguíneos que irrigam tanto o coração quanto o cérebro.

Por isso, preservar músculo é muito mais do que uma questão estética. É uma estratégia de proteção metabólica, cardiovascular, funcional e possivelmente cognitiva.

Como enfrentar cientificamente esse problema ?

 

O primeiro passo é avaliar mais do que o peso. Circunferência abdominal, composição corporal, força de preensão, velocidade da marcha, capacidade funcional e exames cardiometabólicos ajudam a identificar riscos que o IMC isolado não mostra.

O treinamento de força deve ocupar posição central. Caminhar é importante, mas pode não ser suficiente para preservar ou recuperar massa muscular. Exercícios resistidos, progressivos e individualizados são fundamentais.

A alimentação também precisa garantir quantidade adequada de proteínas e energia, distribuídas ao longo do dia e ajustadas à idade, função renal, rotina e condição clínica.

Além disso, é essencial tratar fatores que aceleram a perda muscular e o envelhecimento vascular, como sedentarismo, diabetes, hipertensão, alterações do sono, tabagismo e obesidade visceral.

Envelhecer bem ,exige preservar força

A obesidade sarcopênica mostra por que o cuidado não pode ser fragmentado. Peso, metabolismo, coração, músculo e cérebro fazem parte do mesmo sistema.

Entendemos que o acompanhamento precisa ir além da balança. Avaliamos composição corporal, força, risco cardiovascular, alimentação, sono, rotina e capacidade funcional para construir estratégias verdadeiramente individualizadas.

Porque o objetivo não é apenas perder peso. É preservar autonomia, proteger o cérebro, fortalecer o corpo e construir saúde antes que a doença se manifeste.

 

Saúde não é sorte. É rotina.

Dr. Max Wagner de LimaCardiologista — CRM 6194 | RQE 2308
Prevenção cardiovascular, cardiometabolismo e medicina de antecipação.

Maristela Luft — CRN -16431Nutricionista e Mestre em nutrição clínica, composição corporal e cuidado cardiometabólico.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA