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FELIPE WELLATON CONFIRMA APOIO A BOTELHO PARA PREFEITURA DE CUIABÁ

Wellaton que já foi vereador de Cuiabá entre 2017 e 2020

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Felipe Wellaton (PRD), que atualmente desempenha a função de secretário-adjunto de Turismo do Estado de Mato Grosso, já manifestou seu apoio público a pré-candidatura do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), deputado Eduardo Botelho, à disputa pelo comando do Palácio Alencastro nas próximas eleições. Sempre é bom destacar que Wellaton já foi vice de Abílio Brunini na eleição de 2020, quando Emanuel Pinheiro foi reeleito.

Wellaton que já foi vereador de Cuiabá entre 2017 e 2020, declarou que já tinha decidido em apoiar o candidato escolhido pelo governador Mauro Mende, já há alguns dias, isso bem antes da definição do nome de Botelho. E tal posicionamento reflete claramente que Wellaton possui postura política de grupo.

“Cuiabá está com 1,2 bilhão de dívidas, portanto, na minha visão, para ajustar Cuiabá precisa do governador. Hoje, sinceramente eu vejo com muita clareza que o nome de Botelho é o colocado pelo governador e, para ter gestão, tem que ser um governo alinhado com o prefeito”, declarou Felipe Wellaton durante entrevista nessa segunda-feira (23).

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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