VICE PAUTA FUTURA
BOTELHO CONFIRMA QUE A ESCOLHA DE VICE SERÁ APÓS PERÍODO DE FILIAÇÕES
Botelho já ressaltou que a tendência é que a vaga seja ocupada por uma mulher
Política
Presidente da Assembleia Legislativa (ALMT) e pré-candidato à prefeitura de Cuiabá, deputado Eduardo Botelho (União), já declarou que no momento não está focado na escolha de um vice para sua possível chapa.
O parlamentar comentou que até 6 de abril, sua atenção está voltada à montagem das chapas dos pré-candidatos a vereadores. No entanto, ressaltou que a tendência é que a vaga seja ocupada por uma mulher.
“Nós ainda não estamos discutindo, estamos montando as chapas, filiando os pré-candidatos a vereadores e isso está tomando muito tempo das discussões. Porque a pessoa quer ir para um partido que tenha chance de eleger, a gente fica convencendo que ele tem chance em outro partido e essa discussão tem tomado conta do momento”, disse Botelho.
“Essa discussão de vice vai ser uma segunda discussão, após esse tempo terminar, esse prazo de filiação, dia 6 de abril, evidentemente, que nós começaremos a discutir isso e muito tem se falado de mulheres, realmente é um sentimento que possa ser uma mulher, mas não quer dizer que vá ser mulher. 52% do eleitorado é mulher, então queremos a participação maior delas, mas não tem nada definido nem questão de gênero e nem nomes ainda”, frisou.
Nas articulações de bastidores, já surgem alguns nomes e que estão sendo levados para ocupar a chapa, como a médica Natasha Slhessarenko (PSB), a vereadora por Cuiabá, Maysa Leão (Republicanos) e a tenente coronel da Polícia Militar, Hadassah Susannah. Além delas, outros nomes também estão sendo cogitados, entre eles, o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Allan Kardec (PSB), e o médico Marcelo Sandrin (Republicanos).
Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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