Economia
TCE-MT estabelece regras para prestações de contas eletrônicas
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Da Redação.
Resolução Normativa publicada pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) nesta quarta-feira (6), estabelece regras para a prestação de contas eletrônicas dos gestores estaduais e municipais por meio do Sistema de Auditoria Pública Informatizada de Contas (Aplic).
O TCE-MT considerou a necessidade de atualização do sistema aplicado, em especial, ocasionado pela reestruturação das Secretarias de Controle Externo da Corte de Contas, além do seguir o objetivo de simplificar as informações e fornecer meio ágil e eficiente de prestação de contas por meio do Sistema Aplic, que é o meio oficial de prestação de contas dos serviços responsáveis perante ao TCE-MT.
Após o trabalho de revisão do layout em ciclo de reuniões com os fiscalizados, prestadores de serviços de tecnologia, Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e servidores do TCE-MT, 107 das 313 tabelas de 2019 foram excluídas, ficando um total de 212 tabelas em 2020.
Entre as informações e documentos detalhados que os fiscalizados precisam encaminhar ao TCE-MT, constam os tópicos: a contabilidade pública; folha de pagamento e atos de pessoal; contratos e convênios; patrimônio e administrativo; peças de planejamento; licitação; concurso público; benefício previdênciário; decreto legislativo; carga especial LOA, LDO E PPA; carga especial contas de governo; carga especial informa da LRF.
A Resolução Normativa 03/2020 também prevê a segmentadção da carga mensal em 4, mais simples e fáceis de transmitir ao Sistema Aplic. As cargas passaram também a ter periodicidades diferentes e a carga de Contabilidade Pública passa a ter a 13ª carga, que é o envio dos dados de fechamento contábil do exercicio separado da carga de deembro, facilitando assim os envios do final do exercício.
O documento consolida o resultado do trabalho coletivo e aprofundado das equipes, bem como aperfeiçoa regras que tomarão a prestação de contas mais fácil e com qualidade ao TCE-MT. O projeto de modernização do Sistema Aplic continua em 2020/2021 pela Segecex e Secretaria de Tecnologia da Informação.
Foto:TCEMT
Economia
Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.
Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.
“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.
A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
Medidas fiscais
Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal.
“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.
Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país.
A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.
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