Política
CCJR encerrou 2023 com mais de 800 propostas analisadas
Política
A Assembleia Legislativa promove discussões que envolvem o cidadão mato-grossense e também oferta serviços para a população como a confecção de documento de identidade, atendimentos do Detran, Procon e Defensoria Pública no Espaço Cidadania da Casa de Leis. Por isso, é importante saber como chegar à sede da ALMT no Centro Político e Administrativo da capital. Além das linhas de ônibus comuns, o acesso é facilitado pelo Ligeirinho Paiaguás, ofertado pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag/MT).
“A secretaria disponibiliza o Ligeirinho para facilitar o acesso aos serviços públicos presentes dentro do Centro Político. Então, tem ponto em todos os principais órgãos públicos dentro do Centro Político. Esse serviço é gratuito para qualquer cidadão, seja servidor ou não. Não é necessário apresentar nenhum tipo de documento para utilizar e o cidadão pode parar onde deseja ser atendido”, explica a secretária adjunta de Patrimônio e Serviços da Seplag, Karollyne Martimiano.
Ela destaca ainda que são dois ônibus e duas rotas diferentes. “Ambas terminam no ponto do Pantanal Shopping. Ali como é Avenida do CPA, é possível ter acesso a várias linhas de ônibus para ir para qualquer outro local”, explica a secretária adjunta. O Ligeirinho Paiaguás transita de segunda a sexta-feira das 6h30 às 19h45. O período para passar em cada ponto é de aproximadamente 40 minutos. Durante o funcionamento, há dois períodos de 30 minutos em que as linhas param para intervalo de forma alternada. Assim, sempre há um dos dois ônibus rodando. Na rota interna o ônibus para às 8h40 e às 14h45, enquanto na externa o primeiro intervalo é às 10h e o segundo às 16h10.
“Hoje, tem rota que está atendendo todos os serviços, inclusive a Procuradoria Geral do Estado. Nossa previsão para o ano de 2024 é melhorar os ônibus, trocar a frota por uma mais nova, mais acessível e que seja mais confortável pro cidadão. Em caso de qualquer dúvida, as pessoas podem entrar em contato com a Seplag que nós passamos todas as informações sobre o serviço do Ligeirinho”, completa Karollyne Martimiano.
Além desse serviço, existem algumas opções de linhas comuns que têm parada no ponto em frente à Assembleia. São elas 107 (Santa Amália/Terminal do CPA 1), 213 (Jd. União/Fórum/Três Poderes) e 323 (Terminal CPA 1/CR D. Aquino Côrrea). É possível consulta-las em aplicativos como Meu Ônibus MTU e Moovit.
Fonte: ALMT – MT
Política
Comissão que analisará linha de crédito para motociclistas profissionais é instalada
O Congresso Nacional instalou nesta segunda (17) a comissão que vai analisar a MP 1.366/2026. Essa medida provisória criou uma linha de financiamento facilitado para motociclistas profissionais que atuam no transporte de passageiros ou em serviços de entrega por aplicativo.
A MP também beneficia taxistas, motoristas de aplicativo e transportadores de pequenas cargas urbanas. A medida provisória atende tanto os trabalhadores autônomos como os que têm carteira assinada.
A senadora Leila Barros (PDT-DF) foi eleita presidente da comissão — que é mista, ou seja, é composta por deputados federais e senadores. A deputada Amanda Gentil (PP-MA) será a relatora do grupo.
Essa medida provisória, que foi editada em 12 de junho, faz parte do Programa Move Brasil, lançado pelo governo federal para ampliar o acesso ao crédito de diferentes segmentos do transporte.
Fundo
A MP 1.366/2026 autoriza o uso de recursos do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (Fiis) para financiar:
- a compra de veículos;
- a renovação da frota;
- investimentos para melhorar a atividade de transporte;
- projetos que aumentem a produtividade;
- iniciativas de redução das emissões de carbono.
Acesso ao crédito
Ao assumir a presidência da comissão, Leila Barros afirmou que a MP enfrenta uma das principais dificuldades de quem depende de veículos para trabalhar: o acesso ao crédito em condições favoráveis.
— É mais uma iniciativa importante do governo federal, porque enfrenta um problema concreto da vida de milhões de brasileiros: o custo de trabalhar. Estamos falando de motoristas de aplicativos, entregadores, motofretistas, mototaxistas, taxistas e outros profissionais de transporte de passageiros e de cargas. Homens e mulheres que saem de casa todos os dias e que dependem de um carro, de uma motocicleta ou de outro veículo para garantir a sua renda e sustentar as suas famílias — declarou.
Para a senadora, a dificuldade de acesso ao crédito faz com que esses profissionais continuem utilizando veículos mais antigos.
— Quem trabalha com aplicativo sabe como é difícil chegar ao sistema financeiro apresentando uma renda variável e pedir crédito com juros mais razoáveis. Muitas vezes, o resultado é continuar trabalhando com o veículo antigo, que consome mais combustível, exige mais manutenção, oferece menos segurança e compromete uma parcela cada vez maior da renda do trabalhador — ressaltou.
Sustentabilidade
Leila disse que os efeitos da MP vão além da concessão de crédito e envolvem geração de renda, mobilidade urbana, segurança no trânsito e desenvolvimento industrial sustentável.
Isso acontece, segundo ela, porque a medida provisória estimula o uso de veículos que atendem a critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica.
— Ao incentivar a renovação da frota e criar condições para a ampliação da infraestrutura de recarga e troca de baterias, por exemplo, estamos também preparando nossas cidades para a transição para uma mobilidade de baixo carbono — argumentou.
Tramitação
A senadora prometeu diálogo e agilidade na análise da MP. Segundo ela, a comissão ouvirá os setores envolvidos (por meio de audiências públicas, por exemplo) e analisará possíveis mudanças no texto.
— Como presidente desta comissão, vou trabalhar para que possamos analisar essa medida provisória com responsabilidade, ouvir os setores envolvidos, incentivar o aperfeiçoamento do texto, caso necessário, e construir as condições necessárias para a sua aprovação pelo Congresso Nacional — salientou.
Já foram oferecidas até agora 14 emendas ao texto. Após a análise da comissão, a medida provisória ainda terá de passar por votação, respectivamente, nos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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