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Defesa Civil promove seminário sobre redução do risco de desastres em Sinop

Evento será realizado nos dias 5 e 6 de julho, na Câmara Municipal

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Política

SECOM/MT

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa Civil, promove o 1º Seminário Regional sobre Redução do Risco de Desastres em Sinop (500 km de Cuiabá), nos dias 5 e 6 de julho. O evento será realizado na Câmara Municipal e é aberto à população. As inscrições são gratuitas (clique aqui).

O objetivo do encontro é fomentar a participação da população e o desenvolvimento de pesquisas com foco em redução do risco de desastres. Ainda, fortalecer a rede de proteção e defesa civil no Estado, a fim de garantir medidas de prevenção efetivas e a melhor resposta em caso de desastres.

O secretário adjunto de proteção e Defesa Civil, coronel BM Cesar Brum, ressalta que a participação popular nas discussões é importante para a adoção de comportamentos de prevenção às ocorrências.

“O seminário tende a desenvolver uma cultura de prevenção de desastres na população. Nós entendemos que, a partir do momento em que as pessoas tomam conhecimento dos riscos aos quais estão expostos, isso pode resultar em medidas futuras para a redução desses riscos, ou seja, pode estimular comportamentos para evitar situações de risco”, observa.

O seminário vai contar com palestras de especialistas em diversas áreas, tratando temas como mapeamento de áreas de risco, gerenciamento de risco de desastres com produtos perigosos, impacto das queimadas e incêndios florestais na saúde da população da Amazônia Legal e Pantanal e o uso do SipamHidro como fonte de alerta para enchentes e inundações.

Também serão discutidos a atuação dos consórcios intermunicipais e da Defesa Civil, voluntariado e a redução de riscos de desastres e a aplicação da geotecnologia aos incêndios florestais.

SECOM/MT

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Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+

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Pela primeira vez nas eleições gerais, as estatísticas eleitorais feitas com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trazem os dados sobre a orientação sexual e a identidade de gênero dos candidatos. Os números divulgados até a tarde de terça-feira (18) revelam que, dos 20.575 candidatos registrados, 1,93% se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os que se declararam transgênero representam 0,51% do total de candidaturas.

Os números divulgados TSE revelam, ainda, um aumento no percentual de candidatos com deficiência, indígenas e de origem asiática com relação a 2022. O percentual de brancos, pretos e pardos registrou pequenas variações.

Os dados fazem parte das estatísticas de candidaturas disponíveis na página do TSE. Os números ainda não são definitivos e podem sofrer variações à medida que os pedidos de candidatura são avaliados pelo tribunal.

Declaração opcional

A inclusão dos campos de orientação sexual nos formulários de registro de candidatura começou em 2024, nas eleições municipais. Esta é a primeira vez que esse tipo de estatística aparece nas eleições gerais, para os cargos de presidente, governador, senador e deputado federal, distrital e estadual.

A declaração é opcional. A maioria dos candidatos optou por declarar sua orientação, mas o número dos que não declararam ainda é próximo da metade. No total, 55,09% optaram por declarar e 44,91% de candidatos que optaram por não preencher esses dados. Já a informação sobre a identidade de gênero foi compartilhada por 57,75% dos candidatos, contra 42,25% que não quiseram informar.

Entre os candidatos que declararam orientação sexual, 3,58% são LGBTQIAPN+. Quando considerado o número total de candidatos da eleição geral de 2026, de 20.575 registrados, o percentual de candidatos LGBTQIAPN+ cai para 1,93%

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Já os que se identificam como transgênero representam 0,89% dos candidatos que optaram por preencher esse dado. Quando considerado o total de candidaturas, 20.575, o percentual de candidatos trans cai para 0,51%. O total de candidatos que declararam nome social é de 53 pessoas.

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No recorte racial, os percentuais de 2026 ficaram parecidos com os da última eleição geral. Os brancos ainda são maioria e somam 48,82 % do total de candidatos. O percentual de pardos (36,11%) e de pretos (13,62%) registrou leve variação negativa, enquanto o percentual de indígenas aumentou 0,64% para 0,93%. A variação, de 0,29 ponto percentual, representa um aumento de 45%. Já entre os que, segundo o TSE, se declararam amarelos, o índice subiu 26%.

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O número de pessoas com deficiência que se candidataram a um cargo nas eleições de 2026 também aumentou com relação ao pleito de 2022. Na eleição passada, esse número era de 476 candidatos, que representavam 1,62% do total. Agora são 499 pessoas com deficiência na disputa, que representam 2,42% do total de candidatos. O crescimento no índice foi de 0,8 ponto percentual, o que equivale a 49%.

Dos 499 candidatos com deficiência que concorrem nas eleições de 2026, a maior parte é de pessoas com deficiência física, 39,7%. Em seguida, vêm os candidatos com deficiência visual (21,7%), autismo (14,2%), deficiência auditiva (10,89%). O restante, com outras deficiências, soma 14% do total.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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