Economia
Pelo menos 13 pessoas são presas após fraudar saque de contas do FGTS em SP
Economia
Um grupo criou site falso para obter informações de usuários
Da Redação
A Polícia Federal prendeu ao menos 13 pessoas em São Paulo neste sábado suspeitas de sacar indevidamente o dinheiro de contas inativas do FGTS. Elas foram levadas até a superintendência da Polícia Federal nesta tarde.
As ocorrências são as mais variadas, segundo informou ao GLOBO um policial de plantão. As informações ainda são preliminares, disse a PF.
Alguns dos detidos, segundo a Globonews, fariam parte de um grupo que criou um site falso na internet de consulta ao saldo do FGTS inativo. Com as informações dos usuários, como senhas, a quadrilha fez saques em caixas que não exigem cartão.
Elas foram presas em flagrante, por furto mediante fraude. Três foram presas em frente a um café ao lado de uma agência da Caixa, na região da Avenida Paulista, por volta das 9h30min. Eles estavam com R$2.567 em espécie e 50 comprovantes de saque.
A Caixa Econômica Federal informou à Globo News que “detalhes sobre eventos criminosos são repassados exclusivamente às autoridades policiais, no caso, para a Polícia Federal”. O banco disse que “coopera integralmente com as investigações das autoridades competentes”.
A Caixa informou que, caso alguém identifique alguma divergência, “orienta que ele compareça a uma das agências do banco, munido do respectivo documento de identificação e carteira de trabalho, ou outro documento que comprove o término do vínculo trabalhista que deu origem aos depósitos ao FGTS, para atendimento e obtenção de informações sobre a conta de sua titularidade”.
As prisões aconteceram no primeiro dia de saque do quarto lote das contas inativas do FGTS. A partir de hoje, podem sacar os trabalhadores nascidos nos meses de setembro, outubro e novembro.
Fonte: O Globo
Economia
Dólar fecha abaixo de R$ 5 e recua 1,58% na semana
O dólar fechou abaixo de R$ 5 nesta sexta-feira (23), e a bolsa brasileira subiu no último dia útil antes do segundo turno das eleições presidenciais. O petróleo avançou mais de 3%, atingindo o maior patamar desde abril, com o agravamento das tensões no Oriente Médio.

No mercado doméstico, investidores ajustaram posições antes da votação de domingo (25), com as tensões geopolíticas no Oriente Médio impulsionando os preços da commodity no exterior.
Números do dia:
- Dólar à vista: R$ 4,993 (-0,92%);
- Dólar na semana: queda de 1,58%;
- Ibovespa: 205.082,56 pontos (+0,47%);
- Ibovespa na semana: queda de 0,17%;
- Petróleo tipo Brent: US$ 116,72 (+3,13%);
- Petróleo tipo WTI: US$ 103,27 (+3,82%).
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,92%, cotado a R$ 4,993. Na reta final do pregão, a moeda chegou à mínima de R$ 4,989. A cotação está no menor nível desde 9 de outubro, quando terminou em R$ 4,985.
Na semana, a divisa acumulou desvalorização de 1,58% em relação ao real, após ter avançado 1,77% na semana anterior.
O movimento ocorreu no último pregão antes do segundo turno das eleições presidenciais. Investidores ajustaram posições diante das expectativas para o resultado da disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
A moeda brasileira apresentou o melhor desempenho entre as principais divisas globais, mesmo com a valorização do dólar no exterior. Por volta das 17h, o índice DXY, que mede a força da moeda estadunidense diante de uma cesta de moedas fortes, subia 0,19%, aos 101,799 pontos.
Ibovespa
Principal índice da B3, o Ibovespa fechou em alta de 0,47%, aos 205.082,56 pontos. O volume financeiro negociado na sessão somou R$ 30,7 bilhões.
Apesar do avanço desta sexta-feira, o índice acumulou queda de 0,17% na semana, marcada pela cautela dos investidores diante da eleição presidencial. No acumulado de outubro, a bolsa registra valorização de 10,06%. Em 2026, a alta chega a 27,28%.
A sessão também foi marcada pela alta de ações de petroleiras e mineradoras, acompanhando a valorização do petróleo e do minério de ferro.
Petróleo
Os contratos futuros do petróleo fecharam em forte alta nesta sexta-feira, impulsionados pelo aumento das tensões no Oriente Médio. Referência nas negociações internacionais, o barril do tipo Brent alcançou o maior nível desde abril, em meio aos temores de novos confrontos envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã e de possíveis interrupções no fornecimento global.
O petróleo Brent para dezembro subiu 3,13%, encerrando a US$ 116,72 por barril. O barril do tipo WTI, do Texas, subiu 3,82% e fechou a US$ 103,27.
Na comparação semanal, os contratos do Brent e do WTI para dezembro subiram 6,24% e 4,29%, respectivamente.
A alta foi sustentada pelo risco de agravamento dos conflitos na região. O Irã advertiu que poderá responder a eventuais novos ataques dos Estados Unidos e de Israel com ofensivas contra bases militares, navios de guerra e outros alvos em países vizinhos do Golfo Pérsico. Paralelamente, confrontos envolvendo os houthis e a Arábia Saudita aumentaram as preocupações com a segurança regional.
Nos Estados Unidos, o Departamento de Energia autorizou medidas envolvendo a Reserva Estratégica de Petróleo para ajudar a estabilizar o abastecimento de combustíveis diante de perdas de estoques e de possíveis interrupções no mercado.
* Com informações da Reuters
-
Polícia3 dias atrásOPERAÇÃO DO GAECO: 15 vereadores de Cuiabá e Várzea Grande são investigados por suspeita de corrupção e compra de votos
-
Opinião6 dias atrásEu acredito que Cuiabá pode ser muito maior do que é hoje
-
Política2 dias atrásFlávia Moretti veta passe livre para autistas e pessoas com fibromialgia em Várzea Grande
-
Polícia3 dias atrásWanderley classifica operação do Gaeco como “muito estranha” e nega apreensão em escritório
-
Política3 dias atrásTião da Zaeli defende Coronel Assis para disputar Prefeitura de Várzea Grande
-
Polícia3 dias atrásPrefeitura realiza manutenção viária em bairros de Várzea Grande
-
Polícia1 dia atrásMPT investiga padaria em Cuiabá após denúncia de pressão para voto em Flávio Bolsonaro
-
Economia7 dias atrásAnac estabelece regras mais restritivas para aviação em Congonhas (SP)


Você precisa estar logado para postar um comentário Login