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Primeira-dama entrega peixes para idosos e promete retorno da ‘Pescaria da Melhor Idade

Durante o evento, a primeira-dama lembrou o grande trabalho de inclusão social da Pescaria da Melhor Idade, o qual teve as atividades suspensas, em decorrência da Pandemia, e desde então não retornou.

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Foto: Emanoele Daiane - Secom-Cuiabá

A primeira-dama Márcia Pinheiro abriu as entregas da 30ª edição do projeto Peixe Santo Solidário, na terça-feira (4), em cerimônia realizada no Centro de Convivência do Idosos (CCI) Aideê Pereira. Os beneficiários são os idosos em vulnerabilidade social assistidos pelas unidades da Prefeitura de Cuiabá que receberão mais de 400 kg de pescado da espécie pintado, doados em parceria com o grupo Bom Futuro.

“Nós já seguimos com essa parceria há alguns anos e é de fundamental importância porque estamos transformando uma proteína vegetal em animal, de qualidade, para alimentar essas pessoas que tanto precisam”, disse Pedro Oliveira, representante do Grupo Bom Futuro.

A ação é desenvolvida pela Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, em parceria com a Secretaria de Assistência Social, Desenvolvimento Humano e da Pessoa com Deficiência.

O secretário de Agricultura,  Francisco Vuolo,  destacou as parcerias no projeto Peixe Santo que tem melhorado significativamente ao longo dos anos.  A Associação Brasileira da Piscicultura também foi uma das instituições envolvidas nesta edição.

“Os três últimos anos a empresa Bom Futuro tem sido parceira da gestão Emanuel Pinheiro doando os peixes. Sempre melhorando. No ano retrasado foi tambaqui e pacu. No ano passado foi pintado em posta e esse ano o pintado inteiro”, elencou.

Pescaria da Melhor Idade

Durante o evento, a primeira-dama lembrou o grande trabalho de inclusão social da Pescaria da Melhor Idade, o qual teve as atividades suspensas, em decorrência da Pandemia, e desde então não retornou.

“Fica o meu compromisso com todos vocês de que o ano que vem voltaremos com a pescaria para promover o bem estar social, inclusão e qualidade de vida que vocês merecem”, disse sob aplausos dos mais de 230 idosos.

A Pescaria da Melhor Idade reúne os mais de 400 idosos dos quatros CCIs da capital para uma pescaria coletiva que proporciona interação social e fortalecimento de vínculos.

SECOM/CUIABÁ

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Quem fiscaliza as eleições no Brasil

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A fiscalização do processo eleitoral envolve diferentes órgãos e entidades, responsáveis por acompanhar etapas que vão da preparação dos sistemas e das urnas eletrônicas à votação, à apuração e à totalização dos resultados. A Justiça Eleitoral coordena e administra as eleições, mas partidos, Ministério Público, instituições públicas e entidades credenciadas também participam do acompanhamento e da auditoria do processo. 

A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE estabelece normas para as eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.

A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE é o órgão máximo da Justiça Eleitoral e estabelece as normas das eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) também participa da fiscalização. Cabe à instituição atuar para assegurar o cumprimento da legislação eleitoral nas situações previstas em lei, desde o alistamento de eleitores até as etapas posteriores à votação. O MPE pode atuar, por exemplo, em questões relacionadas ao registro de candidaturas, ao abuso de poder econômico ou político e a crimes eleitorais, como a compra de votos.

Fiscalização vai além da Justiça Eleitoral

Partidos políticos, federações e coligações podem acompanhar a votação e a apuração dos resultados. Entidades privadas brasileiras sem fins lucrativos também podem participar da fiscalização e da auditoria dos sistemas eleitorais, desde que tenham atuação reconhecida na fiscalização e na transparência da gestão pública e sejam credenciadas pelo TSE, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Também podem participar departamentos de tecnologia da informação de universidades credenciadas pelo Tribunal.

As entidades autorizadas podem desenvolver programas próprios para verificar a integridade e a autenticidade dos sistemas eleitorais. Para isso, devem cumprir os requisitos técnicos e os procedimentos definidos pelo TSE. A Resolução do TSE 23.673/2021, atualizada por normas posteriores, apresenta a lista de entidades autorizadas a participar da fiscalização. Entre as entidades e instituições autorizadas estão:

  • Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
  • Ministério Público;
  • Defensoria Pública;
  • Congresso Nacional;
  • Controladoria-Geral da União (CGU);
  • Polícia Federal;
  • Sociedade Brasileira de Computação (SBC);
  • Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea);
  • Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
  • Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP);
  • Tribunal de Contas da União (TCU);
  • Confederação Nacional da Indústria (CNI);
  • demais integrantes do Sistema Indústria e entidades corporativas do Sistema S.

As entidades fiscalizadoras podem acompanhar as etapas previstas na regulamentação e pedir esclarecimentos à Justiça Eleitoral. A participação ocorre de acordo com as atribuições de cada instituição e com as regras estabelecidas pelo TSE.

A fiscalização inclui testes e verificações dos sistemas e das urnas eletrônicas, além do acompanhamento de procedimentos que vão do desenvolvimento e da preparação dos sistemas à votação, à apuração e à totalização, conforme as regras do TSE.

Eleitor também pode denunciar irregularidades

O eleitor também pode denunciar irregularidades durante as eleições por meio de canais oficiais. Um deles é o aplicativo Pardal, ferramenta do TSE destinada ao recebimento de denúncias sobre compra de votos, uso indevido da máquina pública, crimes eleitorais e propaganda irregular.

Para as eleições de 2026, o aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas oficiais de aplicativos para dispositivos móveis. Para registrar uma denúncia, é necessário se identificar pelo e-Título ou pela conta Gov.br e apresentar informações que ajudem a apurar a possível irregularidade. Fotos, vídeos e áudios também podem ser enviados. Veja aqui as orientações do TSE sobre o Pardal.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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