CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

Câmara comemora os 304 anos de Cuiabá

Apresentações com os músicos, Pescuma, Henrique e Claudinho animaram a manhã de homenagem a Capital

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Política

Secom - Câmara de Cuiabá

Em comemoração ao aniversário de 304 anos de Cuiabá, a Câmara Municipal realiza uma vasta programação, com apresentação da banda da Polícia Militar, dos músicos Pescuma, Henrique e Claudinho e feira cultural e gastronômica, nesta quarta-feira (05), no espaço onde fica localizado o Centro Geodésico da América do Sul.

O presidente do Legislativo, Chico 2000, agradeceu a Deus pela oportunidade e “por tudo que ele proporcionou em sua vida” e a presença dos vereadores, secretários e principalmente da população.

“Agradeço a Deus e aos presentes, e abraço a todos que efetivamente representam as esferas dessa cidade, como Pescuma, Henrique e Claudinho. Agradeço os policiais da banda militar e todos os militares presentes. Eu cheguei nesta cidade em 1988, com uma mochila e meia dúzia de roupas, e com muito respeito ao próximo, e eu tenho certeza que tudo que a vida nos proporciona é para crescer e esta cidade me ensinou e me ajudou a criar meus filhos e hoje eu faço parte dos 25 vereadores de Cuiabá, e neste momento presido a frente dessa Casa de Leis, por isso o que está acontecendo é muito pouco diante que Cuiabá merece, principalmente para todos que escolheram Cuiabá para viver e foi acolhido pela mesma. Devemos respeitar e amar nossa Capital” declarou Chico.

Para o secretário municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Aluízio Leite Paredes, a Câmara Municipal de Cuiabá é a Casa do povo cuiabano e precisa ser a voz da sociedade e fazer as mudanças necessárias, e com o tricentenário da Capital “é necessário restabelecer o diálogo entre legislativo e executivo, para melhorar cada vez mais a cidade”.

“Parabéns presidente Chico 2000, parabéns aos vereadores por estarem lutando por uma Cuiabá melhor”.

De acordo com o secretário de Cultura da Câmara, Odenil Fausto, onde agradeceu o presidente pela confiança e parabenizou pela execução dos trabalhos que vem conduzindo na Casa de Leis.

“Cuiabá merece todo nosso respeito e carinho. E parabenizo Chico 2000 pelo desenvolvimento e execução dos trabalhos no legislativo e agradeço pela oportunidade de estar na Cultura da Casa e na organização desse evento importante, que é a comemoração dos 304 anos de Cuiabá”.

Participaram do evento os vereadores, Mario Nadaf (PV), Rogério Varanda (MDB), Dilemário Alencar (Podemos), Maysa Leão (Republicanos), Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania), além do secretário Adjunto de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Jam Moura, secretária da Mulher de Cuiabá, Eli Prates, Presidente da Federação Mato-grossense de Associações de Moradores de Bairros – FemabMT, Walter Arruda, diretor da Federação Mato-grossense de Associações de Moradores de Bairros, Ronaldo Pacheco, Tem. Col. Parreira e o secretário de Ações Institucionais, Charles Dias, da Casa de Leis.

SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá

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Quem fiscaliza as eleições no Brasil

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A fiscalização do processo eleitoral envolve diferentes órgãos e entidades, responsáveis por acompanhar etapas que vão da preparação dos sistemas e das urnas eletrônicas à votação, à apuração e à totalização dos resultados. A Justiça Eleitoral coordena e administra as eleições, mas partidos, Ministério Público, instituições públicas e entidades credenciadas também participam do acompanhamento e da auditoria do processo. 

A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE estabelece normas para as eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.

A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE é o órgão máximo da Justiça Eleitoral e estabelece as normas das eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) também participa da fiscalização. Cabe à instituição atuar para assegurar o cumprimento da legislação eleitoral nas situações previstas em lei, desde o alistamento de eleitores até as etapas posteriores à votação. O MPE pode atuar, por exemplo, em questões relacionadas ao registro de candidaturas, ao abuso de poder econômico ou político e a crimes eleitorais, como a compra de votos.

Fiscalização vai além da Justiça Eleitoral

Partidos políticos, federações e coligações podem acompanhar a votação e a apuração dos resultados. Entidades privadas brasileiras sem fins lucrativos também podem participar da fiscalização e da auditoria dos sistemas eleitorais, desde que tenham atuação reconhecida na fiscalização e na transparência da gestão pública e sejam credenciadas pelo TSE, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Também podem participar departamentos de tecnologia da informação de universidades credenciadas pelo Tribunal.

As entidades autorizadas podem desenvolver programas próprios para verificar a integridade e a autenticidade dos sistemas eleitorais. Para isso, devem cumprir os requisitos técnicos e os procedimentos definidos pelo TSE. A Resolução do TSE 23.673/2021, atualizada por normas posteriores, apresenta a lista de entidades autorizadas a participar da fiscalização. Entre as entidades e instituições autorizadas estão:

  • Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
  • Ministério Público;
  • Defensoria Pública;
  • Congresso Nacional;
  • Controladoria-Geral da União (CGU);
  • Polícia Federal;
  • Sociedade Brasileira de Computação (SBC);
  • Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea);
  • Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
  • Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP);
  • Tribunal de Contas da União (TCU);
  • Confederação Nacional da Indústria (CNI);
  • demais integrantes do Sistema Indústria e entidades corporativas do Sistema S.

As entidades fiscalizadoras podem acompanhar as etapas previstas na regulamentação e pedir esclarecimentos à Justiça Eleitoral. A participação ocorre de acordo com as atribuições de cada instituição e com as regras estabelecidas pelo TSE.

A fiscalização inclui testes e verificações dos sistemas e das urnas eletrônicas, além do acompanhamento de procedimentos que vão do desenvolvimento e da preparação dos sistemas à votação, à apuração e à totalização, conforme as regras do TSE.

Eleitor também pode denunciar irregularidades

O eleitor também pode denunciar irregularidades durante as eleições por meio de canais oficiais. Um deles é o aplicativo Pardal, ferramenta do TSE destinada ao recebimento de denúncias sobre compra de votos, uso indevido da máquina pública, crimes eleitorais e propaganda irregular.

Para as eleições de 2026, o aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas oficiais de aplicativos para dispositivos móveis. Para registrar uma denúncia, é necessário se identificar pelo e-Título ou pela conta Gov.br e apresentar informações que ajudem a apurar a possível irregularidade. Fotos, vídeos e áudios também podem ser enviados. Veja aqui as orientações do TSE sobre o Pardal.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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