Diário Oficial
Força Nacional permanece em terra indígena de MT
Polícia
Nesta terça-feira foi publicado no Diário Oficial da União, publicou a autorização para a Força de Segurança Pública permanecer até o dia 9 de fevereiro de 2022 na Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo, que fica na cidade de Colniza, a cerca de 1.065 km de Cuiabá.
No dia 12 de novembro deste ano, o Ministério da Justiça autorizou o envio da Força Nacional na comunidade indígena, com o objetivo de dar apoio à Fundação Nacional do Índio (Funai), nas atividades e “nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública, da incolumidade das pessoas e do patrimônio, em caráter episódico e planejado, pelo período de 30 dias”.
A princípio o uso da Força Nacional seria pelo prazo de 30 dias, entre os dias 12 de novembro a 12 de dezembro. Mas o prazo foi prorrogado por mais 60 dias, com prazo de encerramento em 09 de fevereiro do próximo ano.
Em um dos trechos da publicação diz, que ” autorizar a prorrogação do emprego da Força Nacional de Segurança Pública – FNSP em apoio à Fundação Nacional do Índio – Funai, na Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo, no Estado de Mato Grosso, nas atividades e nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, em caráter episódico e planejado, pelo período de sessenta dias, no período de 12 de dezembro de 2021 a 9 de fevereiro de 2022″.
Polícia
Polícia Civil prende dois investigados por tortura em Pedra Preta
A Polícia Civil prendeu dois investigados por tortura durante a Operação Ruptura, deflagrada em Pedra Preta. O primeiro investigado, de 27 anos, foi preso no dia 18 de junho, no bairro Vila Garça Branca. O segundo alvo, de 18 anos, foi localizado e preso nesta segunda-feira (22.6), em Rondonópolis.
A ação é resultado de investigação iniciada após o registro de ocorrência, no dia 17 de junho, relacionada a agressões praticadas contra três trabalhadores recém-chegados ao município para exercer atividade laboral em uma empresa privada.
Conforme apurado, as vítimas, de 41, 21 e 18 anos, naturais do Maranhão e procedentes de Jataí (GO), chegaram a Pedra Preta no dia 16 de junho. Horas depois, teriam sido abordadas por integrantes de uma facção criminosa, que passaram a acusá-las de pertencer a um grupo rival em razão de sua origem.
Segundo as investigações, os trabalhadores foram levados para um imóvel no bairro Vila Garça Branca, onde permaneceram sob poder dos suspeitos por várias horas, sendo submetidos a agressões físicas e ameaças.
Após serem liberadas, as vítimas procuraram atendimento médico e comunicaram os fatos à Polícia Civil. Imediatamente, equipes da Delegacia de Pedra Preta iniciaram diligências investigativas, com oitivas, levantamento de imagens e coleta de elementos probatórios.
Com base nos elementos reunidos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva dos envolvidos, medida deferida pela Justiça.
Os dois presos foram encaminhados para os procedimentos legais cabíveis e permanecem à disposição da Justiça.
As investigações seguem em andamento para identificar e localizar outros possíveis envolvidos no crime.
Operação Ruptura
O nome da operação faz referência à interrupção da atuação criminosa relacionada à prática de violência e ameaças contra vítimas apontadas como integrantes de grupos rivais, conforme apurado durante a investigação.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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