Mato Grosso

Criminosos roubam veículo e fogem da polícia no bairro Morada do Ouro

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Mato Grosso

Da Redação

Dois criminosos armados roubaram dois veículos na manhã desta terça-feira (21), no bairro Morada do Ouro, em Cuiabá.

De acordo com as informações, os criminosos efetuaram os roubos em um curto intervalo de tempo.

O primeiro roubo, os criminosos abordaram uma policial civil no momento em que ela chegava em sua casa, após anunciarem o assalto, os bandidos levaram o veículo da vítima. Vizinhos ouviram gritos de socorro e acionou a polícia.

O veículo da vítima foi abandonado minutos depois em um posto de combustíveis da região, os criminosos tentaram fugir pelo Parque Massairo Okamura.

Ainda de acordo com as informações, no momento que os policiais avistaram os suspeitos, os mesmos dispararam contra a viatura. Momentos depois, os criminosos roubaram um segundo veículo e fugiram do local.

Um helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) foi acionado e fez buscas pela região, porém os criminosos conseguiram fugir. A polícia continua fazendo buscas na expectativa de prender os criminosos.

Foto: César Melo

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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