"Sem crise, segue a obra"

“Assembleia está unida defendendo nome de Vuolo para ferrovia”, afirma Wilson Santos

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Política

Da Redação.

Que a chegada do trem movimentou tanto Cuiabá, Mato Grosso, como vários setores do Brasil, isso não é mais novidade, as cogitações de investimentos empresariais, estão surgindo de várias segmentos, com a possibilidade de geração de emprego, renda, potencializando a economia do estado, porém depois de décadas de atraso, o nome da ferrovia que terá inauguração em um dos trecho em 2025, pode ser motivo de atraso na obra?

Como a obra é de propriedade particular, realizada com capital privado, por uma empresa que não é de Mato Grosso, cabe ao poder público, responsáveis pela legislação no estado, como é o caso da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, resolver a questão.

Foto: Fernando Cunha/Vale)

Para muitas pessoas, ainda mais os conhecedores da cultura de Mato Grosso, naturalmente, o nome da ferrovia que estará chegando em Cuiabá, deveria ser do idealizador, saudoso senador, Vicente Vuolo. Porém, outro nome para denominar a ferrovia, já teria sido cogitado, gerando assim combustíveis para aqueles que estão criticando e contra a construção da via do progresso.

Vale ressaltar que, como a empresa é privada, que não é de Mato Grosso, é de capital privado, o nome de suas obras, legalmente cabe a ela decidir, porém, como o feito é um fato histórico para Mato Grosso e Cuiabá, propriamente dito, resta ao historiador, professor, ex-prefeito de capital e atual deputado estadual, Wilson Santo sugerir, negociar, reivindicar, apresentar o contexto histórico e a importância desta ferrovia, levar o nome do senador, Vicente Vuolo.

Um grande imbróglio foi criado por conta do nome, mas, mesmo com Projeto de Lei aprovado, Projeto da obra pronto, ordem de serviço assinada pelo governador do estado, recurso na conta para começar um futuro de progresso e desenvolvimento se aproximando da Baixada Cuiabana, será mesmo o nome que vai inviabilizar o melhoramento das condições de vida de milhares de pessoas, pelo que tudo indica, não.

Só de criação de emprego direto e indireto, estimasse cerca de 230 mil vagas, sem falar nas vagas que vão surgir com as instalações das novas empresas, a economia da região será praticamente outra.

Foto: Assessoria

O deputado Wilson Santos informou que a ferrovia já tem nome, que é Lei 02.07.1998, sancionada pelo então governador, Dante de Oliveira, dando o nome do senador Vicente Vuolo para ferrovia.

“Na hora da cereja do bolo, mudar o nome, esquece, quem faz Lei nesse estado é a Assembleia Legislativa, e não vai deixar mudar, nós estamos unidos, coesos, para defender o nome de Vicente Vuolo”, ressaltou.

Foto: Secom-MT

 

Foto: Marcos Vergueiro – Secom-MT

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Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+

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Pela primeira vez nas eleições gerais, as estatísticas eleitorais feitas com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trazem os dados sobre a orientação sexual e a identidade de gênero dos candidatos. Os números divulgados até a tarde de terça-feira (18) revelam que, dos 20.575 candidatos registrados, 1,93% se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os que se declararam transgênero representam 0,51% do total de candidaturas.

Os números divulgados TSE revelam, ainda, um aumento no percentual de candidatos com deficiência, indígenas e de origem asiática com relação a 2022. O percentual de brancos, pretos e pardos registrou pequenas variações.

Os dados fazem parte das estatísticas de candidaturas disponíveis na página do TSE. Os números ainda não são definitivos e podem sofrer variações à medida que os pedidos de candidatura são avaliados pelo tribunal.

Declaração opcional

A inclusão dos campos de orientação sexual nos formulários de registro de candidatura começou em 2024, nas eleições municipais. Esta é a primeira vez que esse tipo de estatística aparece nas eleições gerais, para os cargos de presidente, governador, senador e deputado federal, distrital e estadual.

A declaração é opcional. A maioria dos candidatos optou por declarar sua orientação, mas o número dos que não declararam ainda é próximo da metade. No total, 55,09% optaram por declarar e 44,91% de candidatos que optaram por não preencher esses dados. Já a informação sobre a identidade de gênero foi compartilhada por 57,75% dos candidatos, contra 42,25% que não quiseram informar.

Entre os candidatos que declararam orientação sexual, 3,58% são LGBTQIAPN+. Quando considerado o número total de candidatos da eleição geral de 2026, de 20.575 registrados, o percentual de candidatos LGBTQIAPN+ cai para 1,93%

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Já os que se identificam como transgênero representam 0,89% dos candidatos que optaram por preencher esse dado. Quando considerado o total de candidaturas, 20.575, o percentual de candidatos trans cai para 0,51%. O total de candidatos que declararam nome social é de 53 pessoas.

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No recorte racial, os percentuais de 2026 ficaram parecidos com os da última eleição geral. Os brancos ainda são maioria e somam 48,82 % do total de candidatos. O percentual de pardos (36,11%) e de pretos (13,62%) registrou leve variação negativa, enquanto o percentual de indígenas aumentou 0,64% para 0,93%. A variação, de 0,29 ponto percentual, representa um aumento de 45%. Já entre os que, segundo o TSE, se declararam amarelos, o índice subiu 26%.

20260819_candidaturas_minorias_etnia.jpg

O número de pessoas com deficiência que se candidataram a um cargo nas eleições de 2026 também aumentou com relação ao pleito de 2022. Na eleição passada, esse número era de 476 candidatos, que representavam 1,62% do total. Agora são 499 pessoas com deficiência na disputa, que representam 2,42% do total de candidatos. O crescimento no índice foi de 0,8 ponto percentual, o que equivale a 49%.

Dos 499 candidatos com deficiência que concorrem nas eleições de 2026, a maior parte é de pessoas com deficiência física, 39,7%. Em seguida, vêm os candidatos com deficiência visual (21,7%), autismo (14,2%), deficiência auditiva (10,89%). O restante, com outras deficiências, soma 14% do total.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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