NA LUTA CONTRA O CÂNCER DE MAMA
Presidente Fabinho visita secretário Mauro Carvalho
Fabinho declarou que o ônibus de mamografia solicitado ao Governo do Estado vai auxiliar bastante no diagnóstico precoce da doença. “É uma diferença entre a vida e a morte”, sublinhou
Política
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Fábio José Tardin – Fabinho (DEM), acompanhado da vereadora Gisele Aparecida de Barros (DEM), reuniu-se hoje (16) com o secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho, oportunidade em que solicitou diversas melhorias para o município várzea-grandense.
Entre as demandas expostas ao titular da Casa Civil, Fabinho sublinhou a necessidade de que Várzea Grande disponha de ônibus com equipamentos de mamografia para expandir o atendimento preventivo contra o câncer de mama.
“O secretário foi altamente atencioso conosco, prontificando-se a ultimar todas as providências que forem necessárias para que nosso pleito seja analisado prioritariamente e tenha a condução eficaz que tanto desejamos. Dispor de um ônibus de mamografia vai ser importante para ampliar o trabalho preventivo contra o câncer de mama; é uma preocupação conjunta entre Legislativo e Executivo”.
Também se pronunciando, a vereadora Gisele Barros disse que essa doença tem sido vilã impiedosa das mulheres ao longo de décadas, por vezes sendo menosprezada na sua essência letal. “O câncer de mama, acaso não seja detectado e tratado a tempo, pode matar, e tem matado muito, país afora. Assim, é muito importante para que tenhamos dispositivos eficazes para auxiliar no diagnóstico precoce, a fim de que o tratamento seja iniciado e tenha sucesso. O ônibus de mamografia representa excelente apoio nesse aspecto, sem dúvida”.
Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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