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PRF notifica mais de mil motoristas durante fiscalização de final de ano

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Da Redação

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), notificou mais de mil motoristas durante a operação de fim de ano em rodovias de Mato Grosso. De acordo com os agentes, a maioria das notificações foram por que os motoristas e passageiros não estavam fazendo o uso de cinto de segurança, além de ultrapassagens em locais proibidos, uso de aparelho de celular enquanto dirigem, conduzir motocicleta sem o uso de capacete e trafegar em alta velocidade.

A operação teve início na última sexta-feira (27) e se estendeu até está quarta-feira (01), de acordo com superintendente da PRF, Francisco Élcio, foram registrados nestes dias 24 acidentes, além disso, mais de 30 pessoas tiveram ferimentos leves e 9 tiveram ferimentos graves.

No total vinte e duas pessoas foram presas, sendo que 16 por conduzir veículo sob influência de álcool, as outras seis foram presas por roubo de veículos e mandados de prisão em aberto.

Além de fiscalizar os veículos, os agentes ainda fizeram uma intensa fiscalização em ônibus que passavam pela rodoviárias existentes ao longo da rodovia.

Foto: PRF

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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