"Avental Real"?

Denúncias de corrupção com dinheiro da saúde levantam suspeitas da gestão em Sapezal

“Sendo confirmada a irregularidade, o produto teria sido adquirido com superfaturamento de 783%”.

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Política

Da Redação.

O secretário Municipal de Saúde, juntamente com o prefeito de Sapezal terão muito que explicar tanto para o Ministério Público, Polícia Federal, GAECO, Câmara Municipal, e principalmente para população, já que a utilização do recurso público está levantando suspeitas de irregularidades, com características de superfaturamento na aquisição de produtos realizada pela Prefeitura, para atender a população no tratamento de saúde.

Várias denúncias de suspeitas de superfaturamento da compra de produtos hospitalar estão movimentando a cidade, vão desde equipamentos de alto custo, serviços terceirizados de exames, até em produtos essenciais, como soros e aventais.

As denúncias são baseadas através de comparativos realizando entre os custos apresentado por documentos da Prefeitura de Sapezal, como o Detalhamento de Empenho nº 4651, do dia 16.04.2020, que corresponde a aquisição de materiais farmacológico, para atender as necessidades da Secretaria Municipal de Saúde, via compra direta nº 617/2020, com os valores praticados no mercado, para o consumir comum.

Foto: prefeituradesapezal

De acordo com este documento, a Prefeitura de Sapezal teria comprado Avental Descartável Hospitalar no Valor Unitário de R$ 47,79, sendo que no mercado consumidor normal, este mesmo produto apresenta preços que ficam entre, R$ 2, 27, R$ 2,85 e R$ 3,69 o Valor Unitário, a diferença de preço chama atenção de todos que tem acesso aos documentos.

Foto: magazinemedica

“Sendo confirmada a irregularidade, o produto teria sido adquirido com superfaturamento de 783%”.

Foto:mercadolivre

Vale ressaltar, que instituições públicas, como Prefeituras possuem a prerrogativa de comprar via licitação, o livre comercio, com objetivo de comprar mais e melhor, com menor preço apresentado pelos empresários concorrentes, desta forma, teoricamente, como se compra em grande quantidade, os valores dos produtos teriam que ser menor, do que são comercializados individualmente, por unidade, ao consumidor comum.

Foto: mercadolivre

 Tanto a população, como boa parte dos vereadores da Câmara Municipal estão comprando explicações, esclarecimentos por parte do poder executivo municipal.

Vereadores como Franço Santana (PSC), Antônio Rodrigues (PROS) e Joílson Assunção (PSL), já declararam que além de estarem acompanhando os casos, estão buscando esclarecimentos das atividades com recurso público da população sapezalense.

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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