REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

Prefeitura de Cuiabá entrega títulos definitivos de propriedade

Iniciativa atende a uma solicitação do prefeito Emanuel Pinheiro e da primeira-dama, Márcia Pinheiro

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Política

Foto: Gustavo Duarte

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, começou nesta semana a entrega de títulos definitivos de propriedade principalmente para o público de idosos e vulneráveis a contrair o vírus da Covid-19. A iniciativa atende a uma solicitação do prefeito Emanuel Pinheiro e da primeira-dama, Márcia Pinheiro.  

Na tarde desta terça-feira (4), a equipe da Secretaria de Regularização Fundiária esteve no residencial Deputado Estadual Milton Figueiredo. A moradora  Rosinete Maria de Alencastro, emocionada, disse que há anos espera pelo documento  da sua residência. “Agora é só alegria. Estou muito contente e  graças a Deus consegui, era um sonho antigo da nossa família”, declarou ela.  
Já a moradora Jocenilce Santiago da Silva, conta que, ao se  deparar com a equipe da pasta da Habitação, sentiu-se aliviada, pois já imaginava que seria uma notícia boa. “É um sonho de todos os moradores. Obrigado pela colaboração a essas pessoas que trabalham na  Prefeitura e ao prefeito Emanuel Pinheiro. É um alívio, uma maravilha não precisar ficar passando por burocracia, indo em um local e outro”, elogiou ela. 
Everton Silva, também foi outro morador que recebeu a equipe da Secretaria de Habitação. ” É muito bom essa ação porque  é mais um  documento que nos traz segurança. Muito boa a iniciativa da gestão de nos trazer esse  título  em casa”, comemorou. 
Conforme o secretário, Leonardo  Leão, a coordenadoria de Regularização Fundiária, sob o comando de Renata Bicudo, prepara dois mutirões  para entrega de aproximadamente 1.600 títulos.  Até o final do ano, cerca de 5 mil títulos em vários bairros da Capital. “É uma iniciativa que prevê a proteção do grupo de risco na pandemia, mas, estaremos entregando para aqueles que por algum motivo, por  exemplo, falta de algum documento e agora está com toda documentação regularizada. Não é uma entrega para um bairro todo, mas para proprietários específicos. Isso é humanizar o atendimento e preservar os idosos, por  exemplo, que são do grupo de risco”, explicou Leão.  
As entregas ocorrerão nos bairros: Jonas Pinheiro, Deputado Milton Figueiredo, Canjica I e II, Carumbé,  Jardim Leblon, Praeiro, Jardim Paulista, Vila Nova do Coxipó, Novo Milênio, Jardim Passaredo, Novo Terceiro, Novo Colorado,  Altos da Glória, Jardim Umuarama I e II,  Três Barras, Dr. Fábio I, Planalto,  Planalto setor D, Novo Mato Grosso, Novo Horizonte e Vale do Carumbé. 
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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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