SEPLAG
SEPLAG disponibiliza material do Plano de Trabalho Anual de 2022
Seplag disponibiliza material para orientar a elaboração do Plano
Economia
A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) disponibilizou em seu site o material orientativo para subsidiar órgãos e entidades do Executivo estadual no processo de elaboração do Plano de Trabalho Anual (PTA) de 2022.
A elaboração do PTA é realizada em conjunto com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e é a partir dela que será consolidada a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022. A abertura dos trabalhos foi oficializada por meio da publicação da Portaria Conjunta n° 46/2021 no Diário Oficial Eletrônico (DOE).
O PTA é um instrumento gerencial de curto prazo que permite especificar o detalhamento das ações de governo em termos de produto, responsáveis, prazos, tarefas, insumos e custos necessários para a entrega das metas anuais, compondo os programas de trabalho da LOA, explicou o secretário da Seplag, Basílio Bezerra.
“O PTA quando bem planejado, contribui para que o orçamento público também seja bem alocado, executado e alcance os objetivos de governo previamente estabelecidos pelos órgãos e entidades do Estado, ou seja, entregas efetivas à população mato-grossense”, acrescentou Basílio ao ressaltar que a orientação realizada pela Seplag ocorre durante todo o procedimento de elaboração. “O objetivo é promover a melhoria contínua do processo de programação dos recursos e do alcance dos resultados de governo”, completou.
De acordo com a equipe técnica da Secretaria Adjunta de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas da Seplag, coordenadora geral do processo, também já está disponível para consulta no site da pasta o Manual Técnico de Planejamento e Orçamento (MTPO) de 2022 e o Relatório da Consulta Pública Eletrônica da LOA de 2022. Este último reúne as contribuições feitas pela população durante a consulta pública organizada pela Sefaz para subsidiar as áreas de governo na construção dos seus orçamentos.
“O PTA possui extrema relevância no ciclo da gestão pública estadual, pois auxilia no processo decisório quanto a melhor utilização dos recursos públicos disponíveis, tanto na fase de formulação do instrumento como durante a sua execução”, afirmou o secretário adjunto de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas, Sandro Brandão.
Para ter acesso a base legal, manuais e vídeos tutoriais que orientam o processo de elaboração do PTA, clique aqui.
Economia
Dólar sobe a R$ 5,19 após tom mais duro de presidente do Fed
Em meio à turbulência provocada pelo tom mais duro do Banco Central dos Estados Unidos, o dólar voltou a aproximar-se de R$ 5,20 nesta sexta-feira (28). A bolsa de valores resistiu, garantindo a oitava sessão consecutiva de ganhos.

Os mercados reagiram à sinalização mais dura do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, sobre a inflação nos Estados Unidos, que elevou as apostas de que o banco central estadunidense poderá aumentar os juros em setembro.
Principais números
- Dólar à vista: R$ 5,196 (0,62%);
- Dólar na semana: alta de 1,06%;
- Ibovespa: 175.664,62 pontos (0,3%);
- Ibovespa na semana: alta de 2,71%.
Câmbio
O dólar comercial operou em alta durante praticamente toda a sessão, acompanhando a valorização da moeda estadunidense no exterior após o discurso de Warsh no simpósio de Jackson Hole, encontro anual de presidentes de bancos centrais, nos Estados Unidos.
A moeda chegou a cair para R$ 5,1581 na abertura, mas ganhou força ao longo da manhã e atingiu a máxima de R$ 5,23, alta de 1,30%, por volta das 13h18. No fim do pregão, desacelerou, encerrando a semana vendida a R$ 5,196 (0,62%).
Com o resultado desta sexta-feira, o dólar acumulou alta de 1,06% na semana. No ano, porém, a moeda ainda registra queda de 5,34%.
A valorização da moeda estadunidense ocorreu após Warsh afirmar, em seu primeiro discurso em Jackson Hole, que o Federal Reserve ainda terá trabalho a fazer caso não haja confiança de que a inflação subjacente (que desconsidera preços de alimentos, energia e hipotecas) esteja retornando de maneira clara e suficientemente rápida à meta de 2%.
A sinalização aumentou os rendimentos dos títulos do Tesouro estadunidense e fortaleceu as apostas de uma eventual alta dos juros nos Estados Unidos em setembro. O título de dois anos do Tesouro estadunidense, particularmente sensível às expectativas para a política monetária do Fed, chegou a subir mais de 0,1 ponto percentual, atingindo rendimento de 4,35%.
O índice DXY, que acompanha o dólar diante de uma cesta de seis moedas fortes, subia 0,57% no fim da tarde, aos 99,668 pontos.
Mercado de trabalho
No Brasil, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) também influenciaram as expectativas para os juros. O país criou 58.568 vagas formais em julho, abaixo da estimativa das instituições financeiras.
O dado reforçou a percepção de desaceleração do mercado de trabalho e aumentou as apostas de que o Banco Central poderá reduzir a Taxa Selic (juros básicos da economia) em setembro. A expectativa predominante é de um corte de 0,25 ponto percentual, para 13,75%, com possibilidade de uma nova redução em novembro.
A Selic está atualmente em 14% ao ano, enquanto a taxa básica de juros dos Estados Unidos está na faixa de 3,50% a 3,75%. A diferença entre os juros dos dois países é um dos fatores que influenciam o fluxo internacional de recursos e, consequentemente, o câmbio.
Ibovespa
Principal índice da B3, o Ibovespa também encerrou o pregão em alta, embora tenha perdido força depois da divulgação do discurso de Warsh. O índice chegou a superar os 176 mil pontos no início da sessão, mas fechou aos 175.664,62 pontos, com alta de 0,30%.
Foi a oitava alta consecutiva do Ibovespa. Na semana, o índice acumulou valorização de 2,71%. Em agosto, porém, ainda registra queda de 1,31%. No acumulado de 2026, a alta chega a 9,02%.
Os dados da B3 também mostram entrada líquida de recursos estrangeiros na bolsa paulista. Até o último dado disponível, o saldo positivo nos quatro pregões anteriores somava R$ 1,3 bilhão. No acumulado de agosto, entretanto, o fluxo estrangeiro ainda está negativo em R$ 18,7 bilhões.
Bolsas estadunidenses
Em Nova York, os principais índices acionários encerraram a sexta-feira em baixa, pressionados pela perspectiva de uma política monetária mais restritiva do Federal Reserve. O Nasdaq foi o mais afetado, depois de avançar mais de 1% na sessão anterior.
O Dow Jones, das empresas industriais, caiu 0,02%, aos 53.559,99 pontos. O S&P 500, das 500 maiores empresas, recuou 0,25%, para 7.711,73 pontos. O Nasdaq, das empresas de tecnologia, teve queda de 0,52%, aos 26.402,42 pontos.
A reação dos mercados estadunidenses refletiu principalmente a perspectiva de que o Fed poderá manter uma postura mais rígida diante da inflação. A alta dos rendimentos dos títulos públicos dos Estados Unidos reduziu o apetite por ativos de maior risco e contribuiu para a queda das bolsas no país.
* Com informações da Reuters
-
Polícia7 dias atrásDecisão garante acolhimento de crianças e pensão alimentícia
-
Polícia6 dias atrásCampanha Nacional de Vacinação movimenta unidades de saúde de Várzea Grande
-
Cidades7 dias atrásPivetta cobra providências de prefeita após vídeo de diretor do DAE recebendo dinheiro
-
Política7 dias atrásCMO aprova crédito extra para atender vítimas de desastres climáticos
-
Cidades7 dias atrás“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
-
Política7 dias atrásCotas em residência médica dividem opiniões em debate na CDH
-
Política7 dias atrásSenado celebrará criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial
-
Política7 dias atrásEleições: propaganda eleitoral começa neste domingo

