Povo que paga
“Raio X superfaturado”: De R$ 20 para R$ 82, Prefeitura de Sapezal explica aumento de 400%?
Política
Da Redação
Mais uma atividade com características de irregularidades, realizada pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde de Sapezal, levantam suspeitas, originando em inúmeros questionamentos da população, já que ainda não se explicou o motivo, causa, circunstância ou razão, que um exame de Raio X passou de R$ 20.00 para R$ 82.00 em um ano.
De acordo com documento da Prefeitura de Sapezal, denominado: Detalhamento de empenho – nº 116, de 09.01.2020, a Secretaria Municipal de Saúde, realizou a contratação de uma empresa, especializada em realização de exames radiodiagnósticos por imagem, para atender as necessidades dos usuários da Saúde Pública, no valor unitário por exames de Raio X de R$ 20.00.

Foto: Prefeitura Sapezal
OBS: Licitação nº 04/2019.
Estaria tudo dentro da normalidade, seguindo o padrões recomendados para a realização de compra, por parte do poder público, se não houvesse a discrepância de lavores, pelo mesmo tipo da prestação de serviço, conforme a Descrição de Contrato, nº 04/2021, quando houve a contratação de uma empresa especializada em prestação de serviços dos exames radiodiagnósticos por imagem, neste caso, o valor unitário do exame Raio X subiu para R$ 82.00

Foto: Prefeitura Sapezal
“Além da diferença de R$ 62 pelo mesmo exame, que passou de R$ 20 para R$ 82 em apenas um ano, a quantidade também chamou atenção, 7.412, chegando ao total de R$ 607.784 mil”.
Não é a primeira vez que atividades desenvolvidas pela Prefeitura de Sapezal, através da Secretaria Municipal de Saúde, levantam suspeitas, valores praticados na aquisição de outros exames, também ultrapassam a casa de 200% de aumento, caracterizando um superfaturamento nos valores pagos pelos serviços.

Foto: Divulgação/Facebook
A população está cobrando explicações, alguns vereadores já informaram que vão até as últimas consequências, acionando órgãos competentes, como Ministérios Públicos Estadual e Federal, GAECO, Polícia Federal e Câmara Municipal de Sapezal, para que cobrem esclarecimento por parte da Prefeitura, referente a forma que está sendo gasto o recurso público dos sapezalenses.
Política
Prefeitura esclarece que não houve corte de recursos para famílias atípicas em Várzea Grande
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, esclarece que não houve corte de recursos destinados às pessoas autistas e suas famílias. O assunto foi discutido durante reunião realizada na última quarta-feira (21.10), com a participação da prefeita, de secretários municipais de diferentes pastas e de mães de pessoas autistas, para esclarecer dúvidas sobre o orçamento e os serviços oferecidos pelo município.
Durante o encontro, a secretária municipal de Assistência Social, Taynara Morais, explicou que o reordenamento orçamentário ocorreu após a Câmara Municipal não aprovar a proposta de reestruturação administrativa, que previa a criação de um setor específico para desenvolver políticas públicas voltadas aos direitos humanos e às pessoas com deficiência.
“O que tínhamos era uma previsão no orçamento para uma estrutura que não foi criada, porque o projeto não foi aprovado pela Câmara Municipal”, explicou a secretária.
A gestora destacou que o orçamento é um instrumento de planejamento e não significa, necessariamente, que os recursos estejam disponíveis em caixa. Com a não aprovação da proposta, foi necessário reorganizar a previsão orçamentária, incluindo ajustes no planejamento das ações voltadas à população idosa.
A secretária também esclareceu que os recursos do Fundo Municipal da Pessoa Idosa possuem destinação específica e não se confundem com o orçamento geral da Secretaria Municipal de Assistência Social.
Ela reforçou que as famílias atípicas continuarão sendo atendidas pelos serviços já oferecidos pela Prefeitura e que o reordenamento orçamentário não representa a suspensão dos atendimentos nem o corte da assistência prestada à população.
A Prefeitura de Várzea Grande reforça a importância do diálogo com as famílias e do esclarecimento de informações sobre o orçamento municipal, garantindo transparência nas decisões administrativas e a continuidade dos atendimentos realizados pela rede de assistência social.
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