MALHA VIÁRIA
Emanuel entrega 17 km de pavimentação no bairro Dr. Fábio I
A obra faz parte do programa Minha Rua Asfaltada, criado pelo prefeito de Cuiabá
Política
O prefeito Emanuel Pinheiro entrega nesta quarta-feira (28), às 19h, mais uma obra de pavimentação executada por sua gestão. Desta vez, o bairro beneficiado é o Dr. Fábio I, que recebeu mais de 17 quilômetros de asfaltamento, contemplando todas as vias da comunidade com a melhoria na infraestrutura viária.
Seguindo um projeto elaborado e coordenado pela Secretaria Municipal de Obras Públicas, a intervenção no bairro contemplou ainda a construção de rede de drenagem de águas pluviais, instalação de meio-fio e edificação de calçadas. A obra faz parte do programa Minha Rua Asfaltada, criado pelo prefeito Emanuel Pinheiro.
A pavimentação é a realização de um sonho aguardado há pelo menos 24 anos e transforma completamente a realidade enfrentada por mais de 8 mil famílias residentes no local. Encontrada paralisada em 2017 pelo prefeito, a obra representa todo o cuidado de uma gestão marcada pelo compromisso com a população mais carente.
Agora, a poeira, em época de seca, e o lamaçal, no período chuvoso, foram convertidos em infraestrutura, progresso e mais qualidade de vida. Como complemento, a Prefeitura de Cuiabá executou ainda a requalificação total da Avenida Coxipó Mirim, com novo sistema de drenagem e recuperação de toda a malha viária.
Política
Saiba como uma ideia pode se transformar em lei
O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado.
A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.
O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.
Seguindo um caminho estabelecido pelo Regimento Interno, a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição).
Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das comissões parlamentares, que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.
“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.
No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link Projetos em Tramitação.
Conhecimento das competências – Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo.
Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT.
“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.
Fonte: ALMT – MT
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