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Polícia Militar garante segurança de visitantes da Arena Encantada

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Da Redação

A Polícia Militar trabalha para garantir a segurança dos visitantes da ‘Arena Encantada’, o palco do natal do Governo de Mato Grosso. Durante os dias de semana são disponibilizados 20 policiais no local e nos fins de semana, quando o número de visitantes aumenta, o policiamento é reforçado com 40 militares. O efetivo é responsável pelo patrulhamento da parte interna e todo o entorno da Arena Pantanal, onde o complexo foi instalado em Cuiabá.  

Os policiais que participam do projeto pertencem ao 10º Batalhão da Polícia Militar e contam com o apoio de outras unidades do 1º Comando Regional da capital. Além de ações preventivas de segurança, as equipes da PM auxiliam no recebimento e organização das doações arrecadadas pelo projeto.

Aberta ao público no dia 06 de Dezembro, a arena já chegou a receber mais de 7 mil visitantes em um dia. O comandante do 10º BPM, tenente coronel César Augusto Roveri conta que as ações de segurança são pontuais.  

“A PM é parceira da Arena Encantada, estamos juntos com a organização do evento. Auxiliamos com a organização dos mantimentos doados e nos fazemos presentes no lado externo e interno do espaço. Do lado de fora da Arena Encantada promovemos a segurança das pessoas através do policiamento com viaturas e motocicletas. Já no interior da arena estamos com um policiamento fixo. Ainda contamos com o apoio de policiais de outras unidades especializadas. Queremos que as famílias venham conhecer essa iniciativa com tranqüilidade”, conta o tenente-coronel. 

Para a médica veterinária Priscila Sturmer que foi à Arena Encantada com a família, a permanência da Polícia Militar no espaço garante muito além da sensação de segurança.

“A decoração é maravilhosa, a organização é incrível. Durante o passeio encontramos muita cordialidade dos policiais militares. É muito bom vim com a família neste lugar, é tudo muito lindo”, conta Priscila.

Foto: PM-MT

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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