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Força Tática prende homem tentando vender pistola em posto de combustiveis de Várzea Grande

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Mato Grosso

Da Redação

A Polícia Militar (PM) através da Força Tática, prendeu na tarde desta quinta-feira (07) um homem acusado de porte ilegal de arma de fogo na Avenida Mário Andreazza, em Várzea Grande.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, uma viatura da Força Tática estava em rondas quando avistou o suspeito identificado como Mikael Rodrigues do Nascimento Silva, 23 anos, que estava em um posto de combustíveis, ao avistar os policiais ele correu rapidamente para o interior do banheiro do estabelecimento.

Após realizada a abordagem e a busca pessoal, os policiais encontraram na cintura do suspeito uma pistola calibre .40, ao ser questionado, Mikael afirmou que estava aguardando uma outra pessoa na qual estaria comprando a arma que estava em sua posse.

Além de Mikael, estava ainda no local uma mulher que estaria acompanhando o suspeito, ela seria motorista de aplicativo, segundo a mesma ela não tinha conhecimento que o jovem estava com uma arma de fogo. A mulher identificada apenas como Luana, estava com seu filho menor de idade dentro do veículo, a criança possui autismo e foi encaminhada para o Conselho Tutelar.

Os policiais conduziram tanto o suspeito que estava com a arma, quanto a motorista de aplicativo para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, onde foi lavrado um Boletim de Ocorrência e posteriormente ambos foram apresentados para a Polícia Judiciária Civil (PJC) onde foram tomadas as medidas cabíveis.

Mikael possui passagens pela polícia e faz uso da tornozeleira eletrônica, não foram informados quais passagens criminais o suspeito possui.

Foto: CR2

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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