Mato Grosso
Homem é preso com 2kg de maconha no bairro jardim Marajoara, em Várzea Grande
Mato Grosso
Da Redação
A Polícia Militar (PM) através da Força Tática, prendeu na noite terça-feira (05), Mayklon Douglas da Silva Jesus, 20 anos, acusado de tráfico de drogas no bairro Marajoara, em Várzea Grande.
De acordo com as informações, uma guarnição da Força Tática estava em patrulhamento pelo bairro quando recebeu a informação de que um individuo de mochila preta e sem camiseta estaria fazendo tráfico de drogas na região.
Douglas foi avistado pelos policiais na rua 18, ao perceber a presença da polícia o suspeito teria tentado se evadir do local correndo para o interior de uma residência, momento em que o mesmo teria arremessado a mochila, após um acompanhamento os policiais conseguiram abordar o suspeito e durante a revista pessoal nada de ilícito foi encontrado.
Os policiais então, revistaram a mochila na qual Mayklon carregava e dentro dela encontraram dois tabletes de substância análoga a maconha e 01 simulacro de arma de fogo. Diante dos fatos a polícia encaminhou o suspeito para a Central de Flagrantes de Várzea Grande onde foi realizado uma checagem e foi constatado de que o suspeito já possui uma passagem por roubo.
Após lavrado o Boletim de Ocorrência (BO) o suspeito foi encaminhado para a Polícia Judiciária Civil (PJC) que tomou as medidas cabíveis. Mayklon deverá responder pelo crime de tráfico de drogas.
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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