Mato Grosso
Gestante acha larvas em meio a torta de frango em padaria da capital (Veja Vídeo)
Mato Grosso
Da Redação
Uma mulher grávida, após um desejo de comer torta de frango, resolveu ir até a Padaria do Moinho para saciar seu desejo, porém ao chegar no estabelecimento comercial e fazer seu pedido, a cliente teve uma surpresa extremamente desagradável.
Quando se sentou para se deliciar com a torta, a mulher logo de cara percebeu um mau cheiro vindo do alimento, após mexer um pouco, várias larvas brancas saíram do meio da torta. O nojento caso, aconteceu no último domingo (03), na unidade situada no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá.
No momento que percebeu a presença das larvas já era um tanto quanto tarde, já que a mulher já havia degustado um pedaço do alimento, de imediato, a gestante pegou seu celular e passou a gravar o acontecido, inclusive ameaçou acionar a Justiça devido ao transtorno causado.
A gestante então, resolveu publicar o vídeo em um conhecido grupo de Facebook, chamado de “Onde não ir em Cuiabá”, o grupo, que foi criado justamente para compartilhar as insatisfações de clientes com empresas da capital. No grupo, Ana Beatriz escreveu algumas linhas que apresentam muito bem sua indignação com o ocorrido, no texto, ela afirma que saiu de casa com o desejo de comer uma “tortinha de frango” e foi até a Padaria do Moinho, ela conta ainda, que além da torta pegou ainda outros itens e quando foi comer a torta se deparou com as larvas dentro do salgado. “Meu Deus, que horror” escreve a cliente insatisfeita.
A gestante conta ainda que no momento que percebeu, chamou uma atendente para reclamar e não recebeu nenhuma explicação, porém, não teve o alimento cobrado pelo caixa. Além disso, Ana Beatriz conta que saiu do estabelecimento em choque e que ficou preocupada com a possibilidade de ter uma intoxicação alimentar, preocupação está, que foi além, pelo fato dela estar grávida.
Ao finalizar ela ainda faz um apelo ‘Não vão nessa padaria, é só fachada’ e finalizou dizendo que iria buscar seus direitos na justiça.
A nossa equipe de reportagem tentou por várias vezes entrar em contato com o estabelecimento comercial, através do número de telefone disponibilizado na internet, porém ninguém nos atendeu.
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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