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Mãe de menino desaparecido em Rondonópolis recebe mensagens de golpistas

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Da Redação

O menino Samuel Victor da Silva  Gomes, 6 anos, desapareceu a mais de dez dias na cidade de Rondonópolis (218 km de Cuiabá), de acordo com informações, a mãe do garoto, Anelice da Silva Gomes, recebeu em um aplicativo de troca de mensagens uma fotografia que supostamente seria de seu filho em que ele estaria com a orelha mutilada.

A pessoa que enviou a foto teria pedido R$ 700 como resgate da criança, a mãe de Samuel acredita se tratar de mais uma tentativa de golpe contra a família, em entrevista, Anelice disse que no primeiro momento ficou desesperada, mas após analisar com calma a fotografia enviada, chegou a conclusão que não se trata de seu filho.

Ainda de acordo com a mãe, não é a primeira vez que pessoas tentam se aproveitar da situação para conseguir vantagens com o caso, na última quinta-feira (24), por exemplo, um golpista entrou em contato pedindo uma quantia em dinheiro como sendo um resgate de um suposto sequestro, na ocasião, os criminosos pedir R$ 3 mil para o resgate.

Entenda o caso

Uma família de Rondonópolis (218 km de Cuiabá) procura desesperadamente um menino identificado como Samuel Victor da Silva Gomes Carvalho, 6 anos.

De acordo com as informações, a criança saiu para brincar com um vizinho na tarde deste domingo (20) e desapareceu, ainda de acordo com as informações, o garoto mora com a avó no bairro Jardim iguassu e faz tratamentos psicológicos, já que o mesmo foi diagnosticado com hiperatividade.

A família teve uma informação na noite deste domingo, na qual dava conta que uma pessoa havia visto o garoto em frente a uma igreja, familiares foram até o local e não conseguiram localizar o menino.

Após o desaparecimento de Samuel, a família registrou um Boletim de Ocorrência e pede a ajuda de todos para localizar a criança. Qualquer informação poderá ser repassada através dos telefones: (66) 99726-7942 ou (66) 99688-3839.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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