Mato Grosso

Após ser presa, mulher oferece sexo para ser liberada pelos policiais

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Mato Grosso

Da Redação

A Polícia Militar (PM) prendeu na noite desta segunda-feira (28) uma mulher identificada como Rosangela Barros da Silva, idade não divulgada, acusada de receptação.

De acordo com as informações, a mulher estava conduzindo um veículo Chevrolet Cobalt, cor preta, que havia sido roubado em um lava-jato na região do Jardim Cuiabá. Rosangela estava conduzindo o veículo na região do bairro Dom Aquino quando foi abordada pelos policiais.

De acordo com os policiais, a mulher resistiu a prisão e no momento que estava sendo conduzida para a Central de Flagrantes, ofereceu sexo para não ser presa. Já na Central de Flagrantes, a Rosangela passou o nome da sua irmã, porém posteriormente os policiais constataram que a mesma fazia uso de tornozeleira eletrônica e através do número conseguiram chegar no seu verdadeiro nome.

Rosangela possui varias passagens pela polícia, entre elas roubo de veículos no qual havia um mandado de prisão em aberto em desfavor da mesma, além disso, ela possui passagens por furto e receptação.

Na tarde desta segunda-feira, homens armados invadiram o lava-jato e roubaram o veículo, posteriormente, os policiais receberam a informação de que algumas pessoas estariam trocando a placa de um veículo com as mesmas características do que havia sido roubado, a polícia foi até o local e ao tentar a abordagem a suspeita que acabou sendo presa acelerou e fugiu do local, após um acompanhamento ela acabou sendo abordada, no momento em que desceu do veículo, ela jogou seu celular no chão com o intuito de quebra-lo, além disso ela resistiu a prisão e foi necessário o uso da força para prende-la.

Na delegacia, ela alegou que o veículo teria sido dado a ela pelo seu namorado e apontou um local que supostamente o namorado estaria escondido, porém o mesmo não foi localizado. Um fato que chamou bastante atenção não apenas pela nossa equipe de reportagem mas também pela guarnição foi o fato de que no momento em que os policiais chegaram na Central de Flagrantes a advogada da suspeita já estava aguardando, porém de acordo com os policiais, a advogada da suspeita seria filha do proprietário do lava-jato que havia sido vítima do roubo.

A Polícia Judiciária Civil (PJC) irá investigar o caso para conseguir chegar ao restante da quadrilha, até o fechamento desta matéria, apenas Rosangela havia sido presa pela polícia.

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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