Mato Grosso

Quatro suspeitos são presos com objetos e caminhonete roubados em chácara

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Quatro suspeitos de um roubo em uma chácara do Distrito do Sucuri, em Cuiabá, foram presos pela Polícia Militar (PM).

A ação ocorreu após um levantamento da Agência de Inteligência do 10º Batalhão e de policiais militares, a ação contou com o apoio da Rotam. A ação resultou na apreensão de diversos produtos que haviam sido roubados, além de uma caminhonete GM Chevrolet S-10.

As prisões aconteceram em uma clínica de recuperação de dependentes químicos, no bairro Ribeirão do Lipa, e em um lava-jato no bairro Jardim Colorado, ambos em Cuiabá. O diretor da clínica identificado apenas pelas siniciais, G.N.D., 40 anos, além de H.C.V. e R.F.S, ambos de 23 anos. Já no lava-jato foi preso um suspeito identificado como A.V.O.D.S., 23 anos

A Polícia Militar prendeu na manhã deste sábado (26.10) os quatro suspeitos de um roubo em uma chácara no Distrito do Sucuri, em Cuiabá. A ação ocorreu a partir de levantamentos da Agência de Inteligência do 10º Batalhão e de equipes dessa unidade e do 1º BPM, além do apoio da Rotam, e levou à apreensão de dezenas de produtos roubados e uma caminhonete Chevrolet S-10. Um foragido da justiça também foi capturado.

No momento da abordagem policial, 27 pessoas estavam na clínica e, além dos suspeitos, os agentes flagraram V.A.O. (41), que tinha mandado de prisão preventiva em aberto, expedido pela 1ª Vara Criminal de Nova Mutum (238 km de Cuiabá).

Conforme narrativa dos policiais no boletim de ocorrência, as diligências começaram com a localização da caminhonete, que estava abandonada em uma rua do bairro Jardim Mariana. Logo depois, prosseguiram com o sinal de monitoramento da tornozeleira de um dos presos, A.V.O.D.S.

O equipamento apontou que durante a madrugada, ele havia passado pelo local onde o veículo foi deixado, em um endereço no bairro Ribeirão do Lipa e pela manhã em um lava-jato no Jardim Colorado, onde foi preso. Com ele, os policiais encontraram a chave da caminhonete e R$ 749 do roubo.

Na clínica, os policiais prenderam os demais envolvidos e encontraram dois revólveres, supostamente, as armas usadas no roubo, e 11 munições. As armas estavam com G.N.D. Também estavam lá o celular da vítima, dono da chácara assaltada, um drone e outros objetos, também produtos desse roubo.

Fonte: Pm-mt / Foto: PM-MT

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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