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Vídeo de projeto no Portão do Inferno não tem previsão nenhuma de execução

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Da Redação – Jean Borsatti

Um vídeo com informações sobre como supostamente ficaria o local conhecido como Portão do Inferno, em Chapada dos Guimarães (60 km de Cuiabá), foi divulgado em redes sociais e deixou várias pessoas empolgadas com a expectativa do local se tornar um Complexo Turístico, porém, como diz o velho ditado: “Tudo que é bom dura pouco”.

O Governo do Estado veio a público no final da semana passada para esclarecer toda a situação, de acordo com o Governo, o vídeo que vazou para grupos de Whatsapp, na verdade não passa de um simples estudo de viabilidade em sua fase inicial.

O vídeo começou a ser divulgado, principalmente em grupos de Whatsapp de jornalistas na manhã da última quinta-feira (17), porém que o divulgou não deu muitos detalhes referente ao que de fato seria.

É importante ressaltar que, apesar de haver um estudo em relação ao que será feito no Portão do Inferno, ainda não há previsão nenhuma, nem mesmo para que o projeto saia do papel.

De acordo com informações, o complexo deverá custar mais de R$ 1 milhão para os cofres públicos caso saia do papel, o que mais chamou a atenção daqueles que assistiram o vídeo e ficaram empolgados (com razão) foi justamente o fato de existir no projeto uma passarela transparente que liga o buraco de uma ponta a outra. De qualquer forma, sonhar não custa nada e sempre é bom fomentar o nosso imaginário.

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Presidente da Câmara renuncia ao mandato e diz que política é “frustrante”

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O presidente da Câmara Municipal de Ipiranga do Norte (MT), Celso da Conceição (Republicanos), renunciou ao mandato de vereador e encerrou sua passagem pelo Legislativo municipal com um desabafo sobre os desafios da vida política. Em discurso de despedida, ele classificou a atividade como “frustrante” e defendeu a atuação dos políticos do município.

A saída foi oficializada no último dia 6, um dia depois de Celso presidir sua última sessão ordinária. Durante o pronunciamento, o parlamentar não detalhou os motivos da decisão e afirmou que se trata de uma escolha pessoal. Informações divulgadas pela imprensa local apontam que ele teria recebido uma proposta de emprego, mas a motivação não foi confirmada oficialmente pelo vereador.

Ao falar sobre a decisão, Celso ressaltou que cada pessoa precisa avaliar o que considera melhor para a própria vida.

“Às vezes, quem está de fora vê que está muito bom e acha que alguma coisa deveria estar melhor, que, se fosse eu, não fazia assim, fazia assado. Mas cada um é dono da sua vida e acredita naquilo que é melhor para si. E é isso que eu estou fazendo, né? Com fé em Deus, vai estar tudo certo”, declarou.

O vereador também demonstrou insatisfação com a imagem da classe política perante a sociedade. Para ele, o trabalho realizado por representantes públicos nem sempre é reconhecido, e a população tende a generalizar críticas sobre a conduta dos políticos.

“Realmente é frustrante, muito frustrante, porque a gente se dedica tanto e, infelizmente, o nosso país é olhado só como que político nenhum, parece que todos os políticos roubam, que todo político é aquilo”, afirmou.

Na sequência, Celso defendeu os colegas de Ipiranga do Norte e disse acreditar que o cenário nacional seria diferente se a atuação política no país seguisse o exemplo que, segundo ele, existe no município.

“Mas eu volto a dizer: se todos os políticos do nosso país fossem iguais aos políticos de Ipiranga do Norte, o nosso país era outro”, completou.

Eleito em 2024 com 307 votos, Celso esteve à frente da Câmara durante o biênio 2025-2026. Sua renúncia provocou mudanças na composição do Legislativo: o vice-presidente, Cleonaldo Araujo França, assumiu a presidência e permanecerá no cargo até o encerramento do atual período da Mesa Diretora.

Com a saída de Celso, o primeiro suplente do Republicanos, Neto da Farmácia, deverá assumir a cadeira de vereador. Ele recebeu 152 votos nas eleições municipais de 2024.

A renúncia encerra antecipadamente o mandato de Celso, que se despediu dos colegas com agradecimentos pela experiência no Legislativo. Apesar das críticas à percepção pública sobre a política, ele destacou a importância da trajetória vivida na Câmara e deixou a função afirmando ter gratidão pelo período em que exerceu o cargo.



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