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Golpistas são presos em operação que investiga venda falsa de veículos

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Da Redação

A Polícia Civil do Maranhão com apoio da Divisão de Combate a Corrupção (DCCO) de Cuiabá e o Centro de Inteligência de Ribeirão Preto – SP deram simultaneamente o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra suspeitos de praticarem golpes através de sites de compra e vendas.

Em Cuiabá, foram presos Elzyo Jardel Xavier Pires e Gabriella Vanuzzi Pouso Gomes, ambos estão sendo investigados por receber valores provenientes de vendas fraudulentas de veículos na cidade de São Luís – MA.

Os criminosos replicam anúncios em sites de compra e venda e a partir do determinado anúncio fazem vendas falsas. Em 2018, duas pessoas caíram no golpe após os suspeitos terem anunciado e negociado um veículo Toyota Corolla, na ocasião a vitima teve um prejuízo de mais de R$ 39 mil que foram transferidos para a conta bancária dos investigados.

Elzyo possui inúmeras passagens pela polícia por estelionato nos estados do Acre, Pernambuco e Paraíba, e agora deve responder novamente pelo crime.

Após a prisão, todos ficam disposição da justiça que continua investigando o caso para chegar em outras possíveis vítimas que também teriam sido enganadas pelos golpistas.

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Município regulariza medição da qualidade da água após TAC

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O Município de Itiquira (a 361 km de Cuiabá) regularizou o monitoramento da potabilidade da água fornecida à população, incluindo a análise de metais pesados e agrotóxicos. A medida atende compromisso firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Itiquira, em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio deste ano no âmbito da política municipal de saneamento.As amostras foram coletadas em 12 pontos do sistema de abastecimento, sendo 11 locais de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA). Os exames contemplaram todos os parâmetros exigidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e apontaram resultados dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação.Segundo a Promotoria de Justiça, as análises realizadas anteriormente não incluíam alguns dos agrotóxicos mais utilizados na região e previstos no Anexo 9 da Portaria GM/MS nº 888/2021. Com a regularização do monitoramento, o controle passa a contemplar esses parâmetros.Além dos exames realizados por laboratório contratado pelo município, a Promotoria de Justiça de Itiquira solicitou ao Centro de Apoio Operacional às Execuções (CAEx) do MPMT a realização de uma contraprova. O objetivo é verificar se os resultados obtidos pelo laboratório privado são confirmados por análise independente.Nesta sexta-feira (2), representantes da Prefeitura de Itiquira, do Ministério Público e o professor doutor Domingos Sávio Barbosa, do Laboratório de Química Ambiental da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), reuniram-se para discutir a possibilidade de implantação de um monitoramento contínuo da qualidade da água, por meio de parceria com a instituição de ensino.Para o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, o avanço representa o cumprimento de uma demanda histórica da instituição e um importante passo para a proteção da saúde pública.“Essa é uma demanda antiga do Ministério Público. Houve compromissos firmados anteriormente e repactuados neste ano, mas o monitoramento era realizado de forma intermitente ou incompleta. Agora, o município avança para regularizar definitivamente a situação. Em um estado com uso intenso de agrotóxicos, é fundamental que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre a qualidade da água que consome. O desafio é transformar essas análises em uma rotina permanente e fortalecer a transparência, permitindo que cada cidadão também exerça o papel de fiscal”, destacou.Transparência – Conforme previsto no TAC, todos os relatórios das análises ficarão disponíveis para consulta pública no site da Prefeitura de Itiquira. A medida busca garantir transparência e possibilitar o acompanhamento dos resultados pela sociedade. Eventuais reclamações ou inconsistências identificadas nos relatórios poderão ser comunicadas à Promotoria de Justiça de Itiquira por meio da Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso, inclusive de forma sigilosa.

Foto: Reprodução Instagram.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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