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Solenidade comemora 18 anos da Rotam em Mato Grosso

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Da Redação – Jean Borsatti

Uma grande solenidade marcou o aniversário de 18 anos do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Militar (ROTAM) em Mato Grosso, a comemoração aconteceu na sede do batalhão no bairro Dom Aquino em Cuiabá.

Criada em 2001 a ROTAM é o batalhão especializado que atua no radiopatrulhamento tático e foi criado para fortalecer a segurança pública do estado e tem sido de fundamental importância no combate a criminalidade. 

A ROTAM surgiu a partir do Pelotão de Radiopatrulha da Companhia Policial Integrada e pertence ao 1º Batalhão de Polícia Militar (1ºBPM) que existe desde 1973. Com o passar dos anos o batalhão se tornou um dos mais importantes para a segurança pública do estado devido ao então crescente número de assaltos na capital, hoje o batalhão atua em todo o estado.

A solenidade contou com a presença de inúmeras autoridades ligadas a segurança pública de Mato Grosso, entre elas o comandante geral da Polícia Militar Jonildo José de Assis, o comandante do Gefron Tenente Coronel Josénildo, o comandante adjunto das unidades especializadas Tenente Coronel Dalton e o secretário adjunto operacional da Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso Victor Fortes.

Na ocasião foi concedida a Medalha do Mérito Tático Militar que é considerada a maior honraria oferecida pelo batalhão. Os homenageados foram os profissionais que se destacaram pelos trabalhos prestados junto ao batalhão.

Uma das poucas mulheres que fazem parte do batalhão, Cabo Nabilla disse a nossa equipe de reportagem que fazer parte da Rotam é motivo de muito orgulho, ela foi uma das homenageadas que receberam a Medalha do Mérito Tático Militar.

Além dos trabalhos prestados na área de segurança pública a Rotam também mantem projetos sociais que atendem cerca de 160 crianças através das escolinhas de jujitsu e futebol, trabalho que além de melhorar a disciplina dos alunos ainda é recompensado com títulos Brasil a fora.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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