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Veja os resultados da segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior
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A partir de agora, todos os jogos serão disputados no formato mata-mata e nova fase começou nesta sexta-feira
Da Redação
Chegou ao fim da fase de grupos da Copa São Paulo de Futebol Júnior nesta quinta-feira. Dos 128 times que iniciaram na competição, restam apenas 64, que a partir de agora, não podem mais perder, já que começam a fase mata-mata e assim será até a decisão, que acontecerá no dia 25 de janeiro.
Os jogos da segunda fase começam nesta sexta-feira, com 16 partidas. Outras 16 acontecerão no sábado. Caso a partida acabe empatada no tempo normal, a decisão irá para os pênaltis. A Federação Paulista de Futebol anunciou o horário e transmissão dos jogos desta sexta-feira e sábado.
Veja a lista dos jogos da segunda fase
Sábado
11h Visão Celeste-RN 2 x 1 Fortaleza (Rede Vida)
11h Vasco 4 x 0 Juventude (SporTV)
16h Red Bull Brasil 1 (5) x (4) 1 Ituano (FPF TV)
16h Primavera-SP 1 (3) x (2) 1 Desportivo Brasil-SP (FPF TV)
16h CSA 1 (4) x (3) 1 Oeste (FPF TV)
16h Audax 1 (6) x (5) 1 Taboão da Serra (FPF TV)
16h Londrina 3 (3) x (4) 3 Fluminense (GE.com)
16h São Caetano 2 x 0 Flamengo-SP (FPF TV)
16h Manthiqueira 2 (4) x (3) 2 Tubarão (FPF TV)
16h Atlético-MG 2 x 1 Juventus (GE.com)
16h Avaí 1 (4) x (5) 1 Água Santa (FPF TV)
16h Goiás 0 x 1 Volta Redonda (FPF TV)
16h Portuguesa 2 x 1 Nacional (FPF TV)
17h30 Grêmio 3 x 0 EC São Bernardo (ESPN Brasil)
18h15 Coritiba 3 x 0 União Mogi (SporTV)
21h30 Corinthians 6 x 0 Porto-PE (SporTV e ESPN Brasil)
Sexta-feira
Figueirense 1 x 0 Flamengo
Mirassol 5 x 0 Comercial
Guarani 2 x 1 Votuporanguense
Trindade-GO 1 x 0 Botafogo-SP
Desportiva Ferroviária-ES 0 x 1 Galvez-AC
Andradina 0 x 1 Rio Preto
São José-RS 1 (4) x 1 (2) Ponte Preta
Vocem-SP 2 x 3 Marília
Inter 0 (7) x 0 (6) Taquaritinga
Cruzeiro 1 (5) x 1 (3) Sport
Cuiabá 0 x 2 América-MG
Atlântico-BA 0 x 2 Botafogo
Athletico-PR 2 x 1 Legião-DF
Ferroviária 2 (4) x 2(2) Velo Clube
Rio Claro 0 x 3 São Paulo
Palmeiras 3 x 0 Vitória
Fonte: O Estado de S.Paulo / https://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,jogos-segunda-fase-copinha,70002675162
Foto: Tetê Viviani/Colaboração/São Paulo
Esporte
Quando perder músculo também ameaça o cérebro
Durante muito tempo, falar em obesidade significava olhar apenas para o peso e para o IMC. Hoje sabemos que isso é insuficiente.
Duas pessoas com o mesmo peso podem ter condições completamente diferentes. Uma pode apresentar boa massa muscular e força preservada. A outra pode acumular gordura, especialmente abdominal, enquanto perde músculo e capacidade funcional.
Essa combinação é chamada de obesidade sarcopênica.
Ela reúne dois problemas importantes: excesso de gordura corporal e redução da massa ou da força muscular. Além de aumentar o risco de fragilidade, quedas, diabetes e doenças cardiovasculares, novas evidências mostram que essa condição também pode estar associada a maior risco de demência.
O que a ciência mostra :
Um grande estudo publicado na revista Clinical Nutrition avaliou dados de centenas de milhares de pessoas e analisou a relação entre composição corporal, força muscular e desenvolvimento de demência.
Os resultados mostraram que tanto a sarcopenia isolada quanto a obesidade sarcopênica estavam associadas a um risco maior de declínio cognitivo. Um dos achados mais relevantes foi a importância da força de preensão manual, medida por dinamometria.
Quanto menor a força e quanto maior sua redução ao longo dos anos ,maior foi o risco observado.
Isso reforça uma mudança importante na forma de avaliar a saúde: Não basta saber quanto peso uma pessoa perdeu. Precisamos saber quanto músculo e quanta força ela conseguiu preservar.
Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?
Uma perda de peso mal conduzida pode incluir perda significativa de massa muscular, principalmente em pessoas mais velhas, sedentárias, submetidas a dietas muito restritivas ou a tratamentos sem acompanhamento adequado.
Mesmo com o avanço dos medicamentos para obesidade, o objetivo não deve ser apenas reduzir o número na balança. O tratamento precisa preservar músculo, reduzir gordura visceral, melhorar o metabolismo e manter a autonomia.
O paciente não deve apenas ficar mais leve. Deve ficar mais saudável, mais forte e funcionalmente mais capaz.
Por que o músculo influencia a saúde cerebral?
A relação entre músculo e cérebro é complexa, mas alguns mecanismos ajudam a explicá-la.
A perda muscular pode piorar a resistência à insulina, reduzir o gasto energético, aumentar o sedentarismo e favorecer inflamação crônica. Ao mesmo tempo, fatores como hipertensão, diabetes, apneia do sono e colesterol elevado afetam os vasos sanguíneos que irrigam tanto o coração quanto o cérebro.
Por isso, preservar músculo é muito mais do que uma questão estética. É uma estratégia de proteção metabólica, cardiovascular, funcional e possivelmente cognitiva.
Como enfrentar cientificamente esse problema ?
O primeiro passo é avaliar mais do que o peso. Circunferência abdominal, composição corporal, força de preensão, velocidade da marcha, capacidade funcional e exames cardiometabólicos ajudam a identificar riscos que o IMC isolado não mostra.
O treinamento de força deve ocupar posição central. Caminhar é importante, mas pode não ser suficiente para preservar ou recuperar massa muscular. Exercícios resistidos, progressivos e individualizados são fundamentais.
A alimentação também precisa garantir quantidade adequada de proteínas e energia, distribuídas ao longo do dia e ajustadas à idade, função renal, rotina e condição clínica.
Além disso, é essencial tratar fatores que aceleram a perda muscular e o envelhecimento vascular, como sedentarismo, diabetes, hipertensão, alterações do sono, tabagismo e obesidade visceral.
Envelhecer bem ,exige preservar força
A obesidade sarcopênica mostra por que o cuidado não pode ser fragmentado. Peso, metabolismo, coração, músculo e cérebro fazem parte do mesmo sistema.
Entendemos que o acompanhamento precisa ir além da balança. Avaliamos composição corporal, força, risco cardiovascular, alimentação, sono, rotina e capacidade funcional para construir estratégias verdadeiramente individualizadas.
Porque o objetivo não é apenas perder peso. É preservar autonomia, proteger o cérebro, fortalecer o corpo e construir saúde antes que a doença se manifeste.
Saúde não é sorte. É rotina.
Dr. Max Wagner de LimaCardiologista — CRM 6194 | RQE 2308 Prevenção cardiovascular, cardiometabolismo e medicina de antecipação.
Maristela Luft — CRN -16431Nutricionista e Mestre em nutrição clínica, composição corporal e cuidado cardiometabólico.
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