Mato Grosso
ROTAM desarma homens que aterrorizavam zona rural de Peixoto de Azevedo
Mato Grosso
Comunitários disseram que os três homens sempre realizavam disparos com espingardas na comunidade rural, deixando entender que “mandavam no pedaço”. Não poucas vezes afrontaram os populares que se queixaram de suas atitudes abusivas
Da Redação
O 15º Comando Regional Força Tática/ROTAM deslocou-se ontem (30) à comunidade Gaviãozinho, zona rural de Peixoto de Azevedo, para prender em flagrante dois homens que portavam armamento pesado e de procedência irregular, denunciados por aterrorizar os moradores com disparos constantes no local. Minutos antes, eles haviam efetuado mais disparos pela vizinhança, gritando alto, provocativamente, a cada detonação. A PM recebeu várias ligações denunciando essa ação criminosa.
Municiados de informações sobre o local da ocorrência, os policiais se deslocaram rapidamente ao sítio dos suspeitos. Porém, pela janela, eles perceberam a movimentação da ROTAM e saíram correndo pelos fundos da casa, adentrando numa mata próxima. Foram realizadas buscas nas proximidades pela equipe, inclusive com cerco da área, mas o trio de baderneiros conseguiu se evadir, tomando rumo ignorado.
Os integrantes da guarnição ROTAM procederam busca geral na casa, logo localizando as armas que os suspeitos utilizavam para amedrontar a população e respetivas munições. Foram apreendidas duas espingardas calibres 32 e 20, e uma carabina calibre 22. A guarnição, composta pelo capitão PM Neto, 3º sargento PM Renato, e soldados PM Fatiga e Ferreira, encaminhou as armas à Delegacia Judiciária de Polícia Civil para as providências cabíveis. Quanto ao trio atirador, as buscas ainda prosseguem, com vigilância policial na comunidade Gaviãozinho para o caso deles retornarem ao sítio.
Mato Grosso
Escola Institucional lança projeto sobre IA nesta sexta-feira em Cáceres
O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), em parceria com o Centro de Apoio Operacional de Defesa de Dados Pessoais e Inteligência Artificial (CAOIA), lança, nesta sexta-feira (28), o projeto “Diálogos com a Inteligência Artificial – Da rotina das Promotorias às soluções possíveis”. A ação passa a integrar a programação das reuniões de polo promovidas pela Procuradoria-Geral de Justiça, tendo como ponto de partida o encontro que será realizado em Cáceres (a 225 km de Cuiabá). A primeira edição será conduzida pelo promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto.A proposta é aproximar membros e servidores das principais ferramentas de inteligência artificial generativa disponíveis atualmente, demonstrando aplicações práticas voltadas à atividade ministerial e incentivando a cultura de inovação no âmbito institucional.Com formato itinerante, o projeto acompanhará as reuniões de polo realizadas em diferentes regiões do estado, oferecendo uma capacitação introdutória e prática sobre o uso responsável da inteligência artificial no contexto do Ministério Público. A expectativa é fomentar a troca de experiências, ampliar o conhecimento sobre as novas tecnologias e apresentar soluções capazes de contribuir para a produtividade, a organização das informações e o aperfeiçoamento das rotinas de trabalho.A programação abordará conceitos fundamentais da inteligência artificial generativa, o funcionamento dos modelos de linguagem de grande escala (LLMs), suas potencialidades e limitações, além de técnicas para elaboração de comandos e prompts mais eficientes. Os participantes também conhecerão ferramentas amplamente utilizadas no mercado, como Microsoft 365 Copilot, Claude, Gemini e NotebookLM, explorando recursos voltados à pesquisa, análise documental, elaboração e revisão de textos e criação de assistentes personalizados.A capacitação foi estruturada com foco na aplicação prática dos conhecimentos ao cotidiano das Promotorias de Justiça. Além da apresentação dos conceitos e ferramentas, os participantes realizarão atividades voltadas à resolução de demandas reais dos gabinetes, experimentando diferentes funcionalidades e identificando possibilidades de uso em tarefas recorrentes. Entre os temas previstos estão a sistematização de informações, a organização de estudos, a análise de documentos extensos e o desenvolvimento de soluções personalizadas para apoio às atividades institucionais.Conforme o coordenador do Ceaf, promotor de Justiça Caio Márcio Loureiro, além dos aspectos tecnológicos, o projeto dará destaque ao uso ético, crítico e seguro da inteligência artificial. Nesse sentido, a formação reforçará orientações sobre proteção de dados pessoais, sigilo funcional, confidencialidade das informações e a indispensável supervisão humana de todo conteúdo produzido com o auxílio dessas ferramentas, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Fonte: Ministério Público MT – MT
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