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Vereadora pede revitalização de praças e mais áreas de lazer e esporte em Cuiabá

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Para a vereadora, o momento da pandemia exige mais espaços amplos e abertos para lazer e práticas esportivas

Da Redação

A vereadora Michelly Alencar (DEM) usou a Tribuna da Câmara Municipal de Cuiabá, nesta quinta-feira (24.06), para cobrar da Prefeitura a revitalização e reforma de praças na capital e ampliação das áreas de lazer e esportes para os cuiabanos.
Para a vereadora, o momento de pandemia pede mais espaços amplos e abertos para que a população possa ter lazer e praticar atividades esportivas com mais segurança.
“Por causa da pandemia, as crianças da rede municipal estão sem aulas presenciais e trancadas em casa sem alternativa de lazer, por falta de recursos econômicos das famílias. As praças, revitalizadas, com iluminação e equipamentos adequados, seriam lugares para brincar ao ar livre”, disse a vereadora.
Em visita ao diretor-presidente da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), Vanderlúcio Rodrigues, a vereadora pediu atenção especial para as praças do Pedregal, Quilombo e Parque Atalaia.
O diretor-presidente deu prazo para a entrega da praça do Pedregal em setembro deste ano. Para a praça do Quilombo, não há previsão para uma reforma geral, mas será feita limpeza. Com relação ao Parque Atalaia, foi prometido limpeza, manutenção e renovação da iluminação.
“Nós afastamos as nossas crianças e jovens de caminhos errados se tivermos projetos de esportes sendo desenvolvidos em todas as regiões da cidade, oferecermos opções de lazer e oportunidades. Isso passa por ambientes coletivos de qualidade e atrativos para as famílias”, disse a vereadora.
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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