Mato Grosso

Reino Unido rejeita alegações russas sobre incidente com HMS Dragon

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

O Ministério da Defesa do Reino Unido rejeitou as alegações da Rússia de que o destróier britânico HMS Dragon teria se envolvido em um incidente no entorno da Crimeia em outubro do ano passado.

No início desta semana, Vladimir Kulishov, primeiro vice-diretor do Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB, na sigla em russo), contou à Sputnik que o destróier HMS Dragon entrou ilegalmente nas águas territoriais russas em 13 de outubro, perto da península da Crimeia.

Segundo Kulishov, em resposta ao pedido de saída das águas russas, o capitão do navio britânico relatou problemas de comunicação. O navio militar do Reino Unido foi então empurrado para águas neutras pelos esforços conjuntos da Marinha Russa e das Forças Aeroespaciais.

“A Marinha da Federação da Rússia não impediu a passagem do HMS Dragon. Ele navegou sem incidentes, exercendo o nosso direito de passagem inocente com base na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar”, disse um representante do Ministério da Defesa do Reino Unido ao jornal britânico The Telegraph.

O representante também acrescentou que o navio se dirigia do porto de Odessa, na Ucrânia, para Batumi, na Geórgia, através de águas que o Reino Unido se recusa a reconhecer como russas, uma vez que Londres não reconhece a península da Crimeia como parte da Rússia.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

Publicados

em


O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA