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Presos suspeitos de traficar drogas nos bairros Vila Catarina e Jardim Marialva

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Da Redação

Dois jovens de 19 e 21 anos foram presos em flagrante na tarde desta terça-feira (25.05) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis (DERF) por tráfico e associação para o tráfico de drogas. As prisões ocorreram nos bairros Vila Catarina e Jardim Marialva e resultaram na apreensão de 31 porções de maconha, uma balança de precisão e dinheiro.

Durante investigação para apurar o tráfico doméstico na cidade, os policiais da DERF identificaram um rapaz de 21 anos que comercializava o produto ilícito por meio de grupos em aplicativo de mensagens. Nos grupos, ele anunciava o entorpecente como sendo chá.

Durante monitoramento no bairro, os investigadores avistaram quando uma pessoa chegou ao endereço e falou com uma criança, que em seguida entrou na casa e retornou entregando uma balança de precisão ao suspeito.

Ao ser abordado a duas quadras do local, na Vila Catarina, os policiais civis encontraram com ele a balança de precisão com resquícios de entorpecente. Ao retornar à residência, uma moradora autorizou a entrada da equipe policial e na busca no interior do imóvel foram apreendidas várias porções de maconha em uma bolsa preta e outras porções em uma vasilha plástica, que estava dentro da cama box do suspeito que mora no local.

Localizado em seu trabalho pelos investigadores, o suspeito declarou que a droga era sua e que estava comercializado o entorpecente há algumas semanas e o outro rapaz que foi preso com a balança de precisão pediu o equipamento emprestado para pesar droga.

Na casa do segundo suspeito, no Jardim Marialva, os policiais apreenderam embaixo da geladeira do quarto do suspeito meio tablete de maconha.

Após a apreensão dos entorpecentes, os dois suspeitos foram encaminhados à delegacia e autuados em flagrante por tráfico e associação para o tráfico. Ambos foram encaminhados à penitenciária de Rondonópolis e apresentados em audiência de custódia do Poder Judiciário.

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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