Mato Grosso
Presos que integram Comando Vermelho fogem da cadeia pública de Comodoro
Mato Grosso
Oito presos, considerados de alta periculosidade [alguns, integrantes do Comando Vermelho], conseguiram se evadir nesse domingo (2) da Cadeia Pública de Comodoro-MT. Conforme as investigações iniciais, essa fuga só foi possível graças a um túnel cavado na cela 1 pelos detentos, buraco que conseguiram manter escondido das revistas regulares nas celas. A fuga ocorreu por volta das 21h30, e só foi percebida pelos agentes plantonistas na manhã seguinte, quando é feita a conferência dos presos para troca de plantão. Na cela 1 havia 15 pessoas, mas sete deles não acompanharam os fugitivos.

Fonte: PJC MT
Fugiram da unidade de reclusão os seguintes presos: Cristiano Silva de Araújo, Diones dos Santos de Farias, Gabriel Oliveira Dias, Mateus de Souza Silva, Matheus Ronald Alves da Silva, Reulimar Ramos Monteiro, Vilmar do Amaral e Wesley Azevedo da Silva.
Segundo informações do SESP, imagens do circuito interno confirmam a movimentação dos presos durante a fuga. O diretor local acionou policiais penais de folga para uma possível recaptura, porém, o juiz responsável pela execução penal disse que era para deixar a recaptura a cargo da Polícia Militar e da Polícia Judiciária Civil. As mobilizações da polícia tiveram início ainda nas primeiras horas da manhã. Até o meio-dia, nenhum dos fugitivos havia sido capturado. As buscas prosseguem nas redondezas, incluindo casas de familiares, de amigos e locais em que os criminosos costumavam frequentar. A Polícia está receptiva a informações que possam levar à captura dos meliantes.
Fonte: Assessoria de Comunicação da SESP
Mato Grosso
PM acusado de matar esposa em Cuiabá vai a júri popular
A Justiça de Mato Grosso decidiu levar a julgamento pelo Tribunal do Júri o policial militar Ricker Maximiano de Moraes, acusado de matar a esposa, G.D.S., em maio de 2025, em Cuiabá. Na sentença de pronúncia, o Juízo da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher considerou haver provas da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria para que o réu seja submetido ao julgamento pelos jurados. A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio da 15ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá – Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, sob responsabilidade da promotora de Justiça Claire Vogel Dutra. O MPMT imputou ao acusado a prática do crime de feminicídio em contexto de violência doméstica e familiar, com causas de aumento de pena e circunstância qualificadora que dificultou a defesa da vítima. De acordo com a denúncia, no dia 25 de maio de 2025, por volta das 16h40, o acusado efetuou disparos de arma de fogo contra a esposa dentro da residência do casal, localizada no Bairro Praeiro, em Cuiabá. A vítima morreu em decorrência dos ferimentos causados pelos tiros. Conforme a acusação, o crime foi cometido na presença dos filhos do casal, então com três e cinco anos de idade.Na decisão, destacou-se que a materialidade do crime está comprovada por laudos periciais, entre eles o exame de necropsia, que apontou que a vítima morreu em decorrência de choque hemorrágico provocado por disparos de arma de fogo que atingiram órgãos vitais. O laudo de confronto balístico também confirmou que os projéteis encontrados foram disparados pela pistola funcional acautelada ao acusado. Durante a instrução processual, testemunhas relataram que o acusado deixou o local após os disparos levando os filhos para a casa dos avós paternos. Em juízo, o próprio réu admitiu ter efetuado os disparos contra a esposa, alegando que passava por forte perturbação emocional e problemas psiquiátricos. A defesa buscou a absolvição sumária sob o argumento de inimputabilidade por doença mental. No entanto, um laudo psiquiátrico concluiu que o acusado apresentava Transtorno Psicótico Não Especificado (CID-10 F29) e possuía capacidade de entendimento parcialmente preservada, sendo enquadrado na condição de semi-imputável. Diante disso, a Justiça afastou o pedido de absolvição sumária, entendendo que a questão deverá ser apreciada pelo Tribunal do Júri.Ao pronunciar o réu, a Justiça manteve todas as circunstâncias descritas na denúncia do Ministério Público, incluindo o feminicídio em contexto de violência doméstica e familiar, a condição de a vítima ser mãe de crianças, a suposta prática do crime na presença dos descendentes e o emprego de recurso que teria dificultado ou impossibilitado a defesa da vítima. Também foi mantida a prisão preventiva do acusado, que está preso desde a conversão do flagrante em prisão preventiva, ocorrida logo após o crime. Com a pronúncia, o processo seguirá para a fase de preparação do julgamento pelo Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.
Fonte: Ministério Público MT – MT
-
Polícia5 dias atrásDecisão garante acolhimento de crianças e pensão alimentícia
-
Polícia5 dias atrásCampanha Nacional de Vacinação movimenta unidades de saúde de Várzea Grande
-
Cidades5 dias atrásPivetta cobra providências de prefeita após vídeo de diretor do DAE recebendo dinheiro
-
Cidades5 dias atrás“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
-
Política5 dias atrásCMO aprova crédito extra para atender vítimas de desastres climáticos
-
Política5 dias atrásEleições: propaganda eleitoral começa neste domingo
-
Política5 dias atrásCotas em residência médica dividem opiniões em debate na CDH
-
Política5 dias atrásSenado celebrará criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial


Você precisa estar logado para postar um comentário Login