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Prefeitura prorroga data de parcelamento de créditos fiscais no Mutirão de Conciliação de 2021

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Segundo a Procuradoria Fiscal de Cuiabá, o mutirão fiscal segue até o dia 30 de julho de 2021

O prefeito de  Cuiabá, Emanuel Pinheiro, determinou nesta quarta-feira (28) –  o Decreto 8.418/2021 –  a alteração  do artigo 3º do decreto 8.241 de 04 dezembro de 2020  – que regulamenta a lei número 6.399 de 07 de junho de 2019 –  sobre a transação e o parcelamento de créditos fiscais no Mutirão de Conciliação do ano de 2021, e dá outras providências.  

Fica alterado o Art. 3º A adesão ao Mutirão Fiscal deverá ser solicitada diretamente no atendimento virtual do Portal do Refis Online (www.refis.cuiaba.mt.gov.br), e, excepcionalmente, nos postos de atendimento presenciais, podendo ser formalizada, por meio de acordo extrajudicial até o dia 30 de julho de 2021. O Decreto 8.418/2021 será publicado em edição de hoje (29), da Gazeta Municipal. 

Confira os canais para contato:

Procuradoria Fiscal do Município:

Telefones e Whatsapp: (65) 99223-6668; (65) 98448-5830; (65) 99251-3390.

E-mail: atendimento.pfm@cuiaba.mt.gov.br

CIAC – Centro Integrado de Atendimento ao Contribuinte:

Telefones e Whatsapp: ISSQN: (65) 98453-6949; (65) 99227-7942; (65) 99226-7561.

E-mail: issqn@cuiaba.mt.gov.br

SEMOB – Secretaria de Mobilidade Urbana:

Telefones e Whatsapp: (65) 99215-5186; (65) 99235-6950.

E-mail: mutirao.semob@cuiaba.mt.gov.br

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Lucro da Caixa cresce 5,9% e chega a R$ 3,9 bi no segundo trimestre

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A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 5,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre, o crescimento foi de 12,4%.

No primeiro semestre, porém, o lucro recorrente somou R$ 7,4 bilhões, queda de 17,6% em 12 meses.

Divulgado nesta quarta-feira (26), o resultado do segundo trimestre mostra forte expansão do crédito, especialmente no financiamento imobiliário, mas com aumento da inadimplência e a necessidade de elevar provisões para perdas.

A margem financeira, que representa os ganhos do banco com operações que envolvem juros, alcançou R$ 19,7 bilhões no trimestre, crescimento de 20,2% em um ano.

Crédito impulsiona

A carteira de crédito total da Caixa chegou a R$ 1,448 trilhão em junho, alta de 11,9% em 12 meses e de 2,7% no trimestre.

O crédito imobiliário continua sendo o principal negócio do banco e representa 69,4% da carteira total.

O saldo dessa carteira atingiu R$ 1,005 trilhão, crescimento de 15% em um ano. De abril a junho, as contratações de financiamento imobiliário somaram R$ 137,6 bilhões, alta de 29,3% na comparação anual.

A Caixa manteve a liderança no mercado habitacional, com participação de aproximadamente 68%.

Outros segmentos também apresentaram crescimento:

  • Crédito para pessoas físicas: R$ 156,5 bilhões, alta de 8,7% em 12 meses;
  • Crédito para empresas: R$ 113,9 bilhões, alta de 6,5%;
  • Carteira total: R$ 1,448 trilhão, alta de 11,9%.

Inadimplência aumenta

Apesar do crescimento do crédito, a inadimplência avançou. O índice de operações com atraso superior a 90 dias ficou em 3,64%, contra 2,66% um ano antes.

O principal ponto de atenção está no agronegócio. A inadimplência no segmento chegou a 20,74%, ante 7,02% no segundo trimestre de 2025.

Nas demais carteiras, os índices foram:

  • Pessoas físicas: 6,29%;
  • Pessoas jurídicas: 14,05%;
  • Crédito imobiliário: 1,45%;
  •  Infraestrutura: 0,03%.

A carteira imobiliária, que concentra a maior parte dos empréstimos da Caixa, apresentou índice de inadimplência bem inferior ao registrado nas demais modalidades.

Mais provisões

Diante do aumento do risco de crédito, a Caixa ampliou os recursos destinados a cobrir possíveis perdas.

A despesa com provisões para perdas de crédito alcançou R$ 6,97 bilhões no segundo trimestre, alta de 97,6% em relação ao mesmo período de 2025 e de 6,9% ante os três primeiros meses deste ano.

Segundo o banco, a forte concentração da carteira em financiamentos habitacionais e operações com garantias contribui para reduzir as perdas esperadas e dar maior estabilidade ao crédito.

Rentabilidade cai

Mesmo com o aumento do lucro no segundo trimestre, a rentabilidade da Caixa recuou.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) ficou em 9,16%, queda de 2,7 pontos percentuais em relação a junho de 2025.

A receita com prestação de serviços somou R$ 7,54 bilhões, alta de 12,9% em 12 meses. As despesas administrativas chegaram a R$ 11,44 bilhões, crescimento anual de 5,9%.



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