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Renault Group revela seu propósito: “Nosso espírito de inovação leva a mobilidade mais longe”

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Durante a Assembleia Geral realizada em 23 de abril, o Renault Group apresentou aos seus acionistas sua razão de ser/propósito. Desenvolvida em conjunto com todos os colaboradores e após consulta de todos os stakeholders, validada pelo Conselho de Administração, o propósito expressa a ambição e o significado do projeto coletivo do Renault Group na França e em todo o mundo: “Nosso espírito de inovação leva a mobilidade mais longe, para aproximar as pessoas.”

Por meio destas palavras, o corpo social do Renault Group e seus 170 mil colaboradores tiveram o objetivo de destacar a substância de sua missão a serviço de seus clientes e de todos seus stakeholders. Fazer bater o coração da inovação representa tanto a dimensão profundamente humana e generosa da Renault como a criatividade, inventividade e qualidade técnica do Renault Group.

“Na Renault, a tecnologia e a inovação estão sempre a serviço das pessoas e nunca o contrário. Pois nosso principal objetivo é nos aproximarmos uns dos outros. É essa liberdade que torna possível a mobilidade de hoje e ainda mais a de amanhã”, destacou Jean-Dominique Senard, presidente do Conselho de Administração da Renault, durante a apresentação do Propósito. 

Ele também insistiu que o Propósito é um vetor de competitividade: “A força de uma empresa, seu movimento e sua dinâmica no longo prazo dependem do correto alinhamento dos valores, da governança e da estratégia, com a expressão do Propósito. Este alinhamento produz substância e significado. E o significado forma as bases para a confiança, o orgulho de pertencer, a motivação, o engajamento de todos os stakeholders… E, portanto, a performance.”

A criação do Propósito do Renault Group é resultado de um trabalho coletivo. Em um primeiro momento, grupos de trabalho analisaram centenas de entrevistas com colaboradores provenientes de uma grande diversidade de funções e países, nas unidades operacionais e na alta administração. Paralelamente, foi conduzida uma pesquisa sobre a cultura da empresa. Este trabalho também foi complementado com discussões com os stakeholders externos (parceiros, investidores, ONGs, etc.).

Para alimentar este Propósito, o Renault Group quis ir além de um Comitê de Stakeholders, criando um Comitê do Propósito, antes do fim do ano. Este comitê, formado por personalidades internacionais provenientes de uma grande diversidade de horizontes e áreas de atuação, vai fornecer análises e recomendações a respeito da estratégia do Renault Group ao Conselho de Administração.

Propósito do Renault Group:

“Nosso espírito de inovação leva a mobilidade mais longe, para aproximar as pessoas.”
Somos atenciosos e acreditamos no progresso responsável que respeita a todos. 
Desde 1898, nossa história é escrita por pessoas apaixonadas, que criam produtos inovadores, alinhados com a cultura popular, para acompanhar nossas vidas. Fazemos isso porque a mobilidade proporciona satisfação e liberdade e queremos contribuir para o progresso que ela possibilita. Acreditamos que esta liberdade de movimento vai de mãos dadas com a preservação do planeta. Por isso, agimos para participar do melhor viver e limitar nosso impacto sobre o clima e os recursos naturais. Também nos dedicamos ao progresso, para tornar a mobilidade mais inclusiva e segura para todos.
Somos audaciosos e encaramos o futuro com otimismo.
Aqui, cada um pode ser quem é e participar de uma aventura coletiva. Temos orgulho tanto da nossa diversidade como das nossas raízes francesas e nossa presença internacional nos proporciona uma grande abertura para o mundo. Nossa Aliança e as relações sólidas que construímos com nossos parceiros nos fortalecem. 
Desde o início, nosso espírito de inovação sempre nos levou mais longe, criando valor, antecipando as necessidades de mobilidade e aproximando as pessoas. 

Sobre o Renault Group

O Renault Group está na vanguarda de uma mobilidade que ele próprio está reinventando. Fortalecido por sua aliança com a Nissan e a Mitsubishi Motors e sua expertise única em eletrificação, o Renault Group compreende 5 marcas complementares – Renault, Dacia, LADA, Alpine e Mobilize –, oferecendo soluções de mobilidade inovadoras e sustentáveis para os seus clientes. Presente em mais de 130 países, o Renault Group emprega atualmente mais de 170.000 colaboradores, tendo vendido 2,9 milhões de veículos em 2020. Preparado para enfrentar desafios tanto nas ruas como nas competições, o Renault Group tem um compromisso com uma transformação ambiciosa, que vai gerar valor. Este compromisso tem como foco o desenvolvimento de novas tecnologias e serviços e uma nova gama de veículos ainda mais competitivos, equilibrados e eletrificados. Alinhada com os desafios ambientais, a ambição é atingir a neutralidade de carbono na Europa até 2050. www.group.renault.com

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Lucro da Caixa cresce 5,9% e chega a R$ 3,9 bi no segundo trimestre

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A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 5,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre, o crescimento foi de 12,4%.

No primeiro semestre, porém, o lucro recorrente somou R$ 7,4 bilhões, queda de 17,6% em 12 meses.

Divulgado nesta quarta-feira (26), o resultado do segundo trimestre mostra forte expansão do crédito, especialmente no financiamento imobiliário, mas com aumento da inadimplência e a necessidade de elevar provisões para perdas.

A margem financeira, que representa os ganhos do banco com operações que envolvem juros, alcançou R$ 19,7 bilhões no trimestre, crescimento de 20,2% em um ano.

Crédito impulsiona

A carteira de crédito total da Caixa chegou a R$ 1,448 trilhão em junho, alta de 11,9% em 12 meses e de 2,7% no trimestre.

O crédito imobiliário continua sendo o principal negócio do banco e representa 69,4% da carteira total.

O saldo dessa carteira atingiu R$ 1,005 trilhão, crescimento de 15% em um ano. De abril a junho, as contratações de financiamento imobiliário somaram R$ 137,6 bilhões, alta de 29,3% na comparação anual.

A Caixa manteve a liderança no mercado habitacional, com participação de aproximadamente 68%.

Outros segmentos também apresentaram crescimento:

  • Crédito para pessoas físicas: R$ 156,5 bilhões, alta de 8,7% em 12 meses;
  • Crédito para empresas: R$ 113,9 bilhões, alta de 6,5%;
  • Carteira total: R$ 1,448 trilhão, alta de 11,9%.

Inadimplência aumenta

Apesar do crescimento do crédito, a inadimplência avançou. O índice de operações com atraso superior a 90 dias ficou em 3,64%, contra 2,66% um ano antes.

O principal ponto de atenção está no agronegócio. A inadimplência no segmento chegou a 20,74%, ante 7,02% no segundo trimestre de 2025.

Nas demais carteiras, os índices foram:

  • Pessoas físicas: 6,29%;
  • Pessoas jurídicas: 14,05%;
  • Crédito imobiliário: 1,45%;
  •  Infraestrutura: 0,03%.

A carteira imobiliária, que concentra a maior parte dos empréstimos da Caixa, apresentou índice de inadimplência bem inferior ao registrado nas demais modalidades.

Mais provisões

Diante do aumento do risco de crédito, a Caixa ampliou os recursos destinados a cobrir possíveis perdas.

A despesa com provisões para perdas de crédito alcançou R$ 6,97 bilhões no segundo trimestre, alta de 97,6% em relação ao mesmo período de 2025 e de 6,9% ante os três primeiros meses deste ano.

Segundo o banco, a forte concentração da carteira em financiamentos habitacionais e operações com garantias contribui para reduzir as perdas esperadas e dar maior estabilidade ao crédito.

Rentabilidade cai

Mesmo com o aumento do lucro no segundo trimestre, a rentabilidade da Caixa recuou.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) ficou em 9,16%, queda de 2,7 pontos percentuais em relação a junho de 2025.

A receita com prestação de serviços somou R$ 7,54 bilhões, alta de 12,9% em 12 meses. As despesas administrativas chegaram a R$ 11,44 bilhões, crescimento anual de 5,9%.



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