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Cuiabá: campanha Vacina Solidária atinge primeira tonelada em arrecadação de alimentos

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Mais de uma tonelada de alimentos foram arrecadados em menos de um mês do lançamento da campanha “Vacina Solidária”, idealizada pela primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro. A arrecadação vem acontecendo em todos os postos de vacinação contra a Covid-19.

De acordo com Márcia, a ação tem como objetivo distribuir cestas básicas para as famílias em situação de vulnerabilidade social e que estão sofrendo com a crise financeira e sanitária causada pela pandemia do coronavírus. Para Márcia Pinheiro, chegar a mais de uma tonelada, em menos de um mês de campanha, mostra como os cuiabanos são solidários. “O gesto dessas pessoas, que contribuíram em um momento importante como o da vacinação, nos permite ajudar centenas de famílias. Isso é compartilhar o que temos com quem precisa. É isso que precisamos ter em nossa vida: solidariedade e amor ao próximo”, pontua.

Secom-Cuiabá

Ela ainda destacou que o ato de vacinar já é uma dose de esperança, e unida à doação de alimentos se torna alento providencial para os mais necessitados. “Agradeço às pessoas que já contribuíram com essa ação ao doar alimentos nos pontos de vacinação. Afinal, diante de um cenário mundial tão ruim, em razão dessa pandemia do COVID-19, a generosidade da nossa população tem feito notável diferença na vida de centenas de famílias”, comenta.

A campanha “Vacina contra a Fome”, vai continuar durante todo o período de vacinação contra a COVID-19. Já a campanha Vacina Solidária consiste em arrecadar alimentos não perecíveis, de forma voluntária, nos polos montados no Centro de Eventos Pantanal, UFMT, Sesc Balneário e Sesi Papa, onde são realizadas a aplicação da vacina contra o Coronavírus. A doação não é obrigatória: a ação humanitária é mais um incentivo para auxiliar pessoas necessitadas.

Créditos: Júlia Batista Milhomem

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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