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Padrasto embriagado é preso após abusar de enteada

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Da Redação

Um homem de 34 anos, nome não divulgado, foi preso no ultimo domingo (28) ao ser flagrado estuprando a enteada, 6 anos, em casa no município de Nova Monteverde (943 km da Capital).

De acordo com a ocorrência, a dona da casa chegou em casa por volta das 11h30, quando ‘pegou’ o marido em uma atitude suspeita. Ele estava deitado ao lado da criança e quando a mulher se aproximou, ele se virou e deitou de bruços em cima da vítima.

A testemunha se aproximou do marido, perguntou “você está mexendo com a neném” e pegou nele, quando flagrou o acusado com o pênis ereto se esfregando na menina.

Testemunha foi conversar com a filha e a menor teria relatado que o padrasto estava ‘esfregando aquela coisa nela’.

A mãe ligou imediatamente para a Polícia Militar (PM), relatou os fatos e uma guarnição se deslocou ao endereço, mas o homem já havia foragido.

A testemunha chegou a ligar no celular do marido, ele atendeu e disse estar na casa do patrão. Os militares se deslocaram ao endereço, mas quando o pedófilo percebeu a proximidade da viatura, subiu na moto e tentou escapar.

Foi perseguido pela viatura, até que o homem perdeu o controle do veículo e caiu da moto.

O acusado recebeu voz de prisão e os militares constataram que o acusado estava bêbado. Ele foi encaminhado a uma unidade de saúde, onde recebeu cuidados médicos e foi liberado.

Em seguida, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde foi ouvido pelo delegado e colocado à disposição da Justiça.

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Após 19 anos, júri condena réu que matou trabalhador por engano

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Nesta segunda-feira (24), o Tribunal do Júri de Várzea Grande julgou um homicídio ocorrido em 9 de maio de 2007. Quase duas décadas depois, Antônio Wilson Ribeiro foi condenado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, à pena de 13 anos de reclusão.
O caso teve origem em um episódio anterior. Anos antes, uma clínica odontológica havia sido alvo de um crime, ocasião em que uma funcionária chegou a ser feita refém. Tempos depois, William Batista Luz, paciente do estabelecimento, foi confundido com o autor daquela ocorrência.
Em 9 de maio de 2007, William retornou à clínica para dar continuidade ao tratamento odontológico. A suspeita de que ele seria o antigo criminoso desencadeou uma sequência de acontecimentos que terminou em sua morte.
Segundo a denúncia do Ministério Público, William foi algemado e retirado da clínica por um grupo de homens. A partir daquele momento, nunca mais foi visto.
Seu corpo jamais foi localizado.
A investigação, contudo, reuniu uma cadeia de evidências sobre a dinâmica dos fatos e a participação do acusado. Foram apresentados ao Conselho de Sentença depoimentos de testemunhas presenciais, elementos sobre os vínculos entre os envolvidos, dados relativos à presença do réu no contexto do crime e informações relacionadas ao veículo utilizado na retirada da vítima.
A inexistência do cadáver não impediu o reconhecimento da materialidade. O desaparecimento definitivo, as circunstâncias em que William foi visto pela última vez e o conjunto probatório permitiram a reconstrução do homicídio. A morte da vítima também foi reconhecida judicialmente como presumida, com a correspondente emissão de certidão de óbito.
Ao final do julgamento, os jurados acolheram a tese do Ministério Público e reconheceram a responsabilidade de Antônio Wilson Ribeiro pelo homicídio qualificado e pela ocultação do cadáver.
O caso também evidencia um ponto essencial: justiçamento não é Justiça. Ninguém pode investigar, julgar, condenar e executar uma pessoa por conta própria. O monopólio legítimo da aplicação da lei pertence ao Estado, justamente para impedir que a vingança privada substitua o devido processo legal.
Dezenove anos depois, mesmo sem a localização do corpo de William, o Tribunal do Júri apresentou sua resposta.
É possível esconder um cadáver. A verdade dos fatos e a resposta da Justiça, não.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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