“Rodovias das mortes”
Mato Grosso e os problemas que são do seu tamanho
Praticamente todos os dias são publicadas notícias de acidentes com vítimas fatais nas rodovias que cruzam o estado.
Variedades
Uma rotina triste, são os números crescente de acidentes ceifando vidas e mutilando famílias nas rodovias que interligam as cidades de Mato Grosso, com outras regiões do Brasil.
Se por um lado a região é reconhecida nacionalmente e até internacionalmente, como a recordista ano pós ano, nas produções que envolvem todo cenário do agronegócio, por outro, de fora das porteiras, é praticamente o modo “estagnação” no sistema, para transportar toda essa produção, mais parece de propósito, com objetivos ainda ocultos, já que as vias da forma que estão, não comporta a quantidade necessária de veículos para transportar toda produção.
As fazendas.

Foto: Paul Whitaker
Os investimentos em tecnologia, para produzir mais e melhor, vão desde pesquisas, tratamento do solo, escolha das melhores sementes, fertilizante, profissionais qualificados, equipamentos milionários de última geração, tudo para acompanhar o crescimento e atender a demanda do mercado consumidor, nacional e internacional.
Os caminhões. (Exemplo)
Todos os anos as montadoras apresentam modelos mais sofisticados, melhorando o desempenho, durabilidade, conforto, força, com menor consumo, proporcionando melhores condições aos motoristas que percorrem milhares de quilômetros. Os investimentos são milionários, a tecnologia vai desde os pneus ao câmbio automático, passando pela direção elétrica, até a poltrona do motorista, disponibilizando assim veículos em condições de transportar por longas viagens, as produções.
As estradas em Mato Grosso.

Foto: Djeferson Kronbauer
Uma verdadeira vergonha internacional, como pode em uma região existir eficiência em vários setores, mas quando chega nas estradas, é atrasada por décadas, com traçados do século passado, vias que na sua maioria não acompanharam o desenvolvimento dos outros setores, se transformando em um verdadeiro “gargalo”, “funil”, “entrave”, para o setor, ocasionando filas, congestionamentos, atrasos, prejuízos, seja pelo traçado que não foi adaptado, ou outras situações.
Segundo informações de especialistas em logística, devido a grandiosidade do desenvolvimento do estado e suas produções, as vias teriam que ser no mínimo duplicadas, ainda mais aquelas que ligam as grandes regiões produtoras, é no mínimo coerente na equiparação com o potencial econômico de Mato Grosso.
Porém, enquanto a tão sonhada duplicação de estradas não acontece, os trabalhadores continuam arriscando suas vidas, o número de acidentes é crescente, pessoas continuam morrendo diariamente, até no dia que população se revoltar e travar algumas vias da região em protesto por mudança.
Cidades
Sérgio Ricardo fiscaliza obras do VLT e destaca avanços em Cuiabá e Várzea Grande
Conselheiro do Tribunal de Contas acompanha trabalhos na Avenida do CPA e destaca novo momento das obras na região metropolitana
O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, fiscalizou, neste domingo pela manhã (30), as obras do VLT na Avenida do CPA, em Cuiabá. Durante a visita, ele acompanhou de perto o andamento dos trabalhos e destacou os avanços registrados nos últimos meses.
Segundo Sérgio Ricardo, depois de grandes impasses enfrentados pelo Governo do Estado junto às empresas responsáveis e de problemas relacionados ao planejamento, a obra começa a ganhar um novo rumo em Mato Grosso.
Durante uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, o conselheiro mostrou diferentes pontos das obras e destacou as melhorias que estão sendo realizadas na capital.
Em relação ao prazo para conclusão, o atual governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, afirmou que, em até um ano, toda a obra estará concluída em Cuiabá e Várzea Grande.
O conselheiro ressaltou que o acompanhamento e a fiscalização são fundamentais para garantir que os investimentos públicos sejam aplicados corretamente e que as obras sejam entregues à população.
Durante a live, Sérgio Ricardo também pontuou os impactos positivos que a conclusão do projeto deverá proporcionar, principalmente para a mobilidade urbana e a infraestrutura de Cuiabá e Várzea Grande.
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