Com 25% executada

Mauro Mendes e secretário Gilberto Figueiredo vistoriam Hospital Central

Projeto do Hospital é executado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e conta com aproximadamente 32 mil m² de área construída

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Saúde

Foto: Foto: Mayke Toscano

O governador Mauro Mendes e o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, vistoriaram nesta quarta-feira (16) as obras do Hospital Central, em Cuiabá, que já estão 25% executadas.

Redesenhado pela atual gestão, o projeto do Hospital Central é executado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e conta com aproximadamente 32 mil m² de área construída – sendo 9 mil m² da estrutura antiga e 23 mil m² de ampliação.

“Apesar de todos os problemas que o Brasil viveu nesses dois anos de pandemia, com um descompasso muito grande na cadeia de fornecedores e suprimentos, fico muito feliz com o que vi aqui hoje. Uma obra que ficou parada durante 34 anos e que era, sem dúvidas, a maior vergonha da administração pública desse estado na minha opinião. Este será o maior e melhor hospital em termos de infraestrutura”, disse o governador Mauro Mendes.

Já foram realizados procedimentos como fundação, construção da estrutura metálica, alvenarias, laje e rede de esgoto e demolições. A unidade deverá ser entregue em 2023.

O Hospital Central disponibilizará um total de 290 leitos voltados para o atendimento de toda a população mato-grossense. O novo projeto para a unidade prevê 10 salas cirúrgicas, 60 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria.

“Nós reformulamos o projeto e ampliamos de forma substancial a estrutura do Hospital Central e já vencemos uma das principais etapas da obra, que era a fundação. Essa unidade será referenciada para o atendimento de demandas da alta complexidade e especialidades que, hoje, nos levam a demandar serviços fora do estado por não haver resolutividade em Mato Grosso”, acrescentou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Por meio do Hospital Central, o Estado estima oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames por mês. Dentre as especialidades previstas para o Hospital Central, estão Cardiologia, Neurologia, Vascular, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Urologia, Ginecologia, Infectologia e Cirurgia Geral.

Também participaram da vistoria técnica os secretários de Estado Mauro Carvalho, Alexandre Bustamante e o deputado estadual João Batista.

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Mesmo após reforma, UPA Leblon fica encharcada durante chuva em Cuiabá; veja vídeo

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Reforma recente não resolve problemas e UPA Leblon fica encharcada após chuva em Cuiabá.
Unidade de saúde passou por obras há pouco tempo, mas vídeos mostram grande quantidade de água dentro da recepção, próxima a computadores e outros equipamentos; atendimentos chegaram a ser suspensos temporariamente
Pouco tempo após passar por reformas, a UPA Leblon, em Cuiabá, voltou a apresentar problemas em sua estrutura. Após uma chuva registrada na madrugada, pacientes e funcionários se depararam com uma grande quantidade de água dentro da unidade, deixando áreas da recepção completamente encharcadas.
Vídeos encaminhados ao site A Folha News mostram água caindo em diferentes pontos da recepção e atingindo áreas próximas a mesas, computadores e outros equipamentos utilizados no atendimento à população.
A situação chama ainda mais atenção pelo fato de a unidade ter passado por uma reforma recentemente. Mesmo após as intervenções realizadas, os problemas aparentemente persistem e voltaram a ficar evidentes após a chuva.
As imagens levantam questionamentos sobre a qualidade dos serviços executados e, principalmente, sobre a fiscalização da reforma. A situação gera preocupação, especialmente porque a água chegou a áreas onde há equipamentos eletrônicos e circulação de pacientes e funcionários.
Pacientes e funcionários demonstraram preocupação com as condições encontradas na unidade e cobram uma solução definitiva para os problemas estruturais da UPA Leblon.
Segundo informações, os atendimentos tiveram que ser suspensos temporariamente para evitar possíveis acidentes envolvendo pacientes e funcionários, diante da quantidade de água no interior da unidade e dos riscos provocados pela situação.

O Afolhanews deixa espaço aberto para que a Prefeitura de Cuiabá e os responsáveis pela reforma se manifestem sobre o ocorrido e esclareçam quais medidas serão tomadas.

 

 

Veja o vídeo:

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