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Vereadores discutem pandemia e aprovam pareceres da CCJ na sessão desta terça

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O atual cenário da pandemia do coronavírus foi tema de discussão entre os vereadores e vereadoras durante a sessão ordinária desta quinta-feira (23), na Câmara Municipal de Cuiabá.
O vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos) destacou  a importância das medidas de biosseguranças para evitar o contágio da doença.
“Como médico e parlamentar quero parabenizar todos os profissionais da área da Saúde, principalmente aqueles que estão na linha de frente. Eu sou contra o lockdown, mas eu peço encarecidamente a população cuiabana que se conscientize do momento que nós estamos passando. Eu venho falando isso há meses sobre essa conscientização, eu sou contra a antecipação dos feriados para que possa de alguma forma fazer um lockdown”, disse.
O vereador Cezinha Nascimento (PSL) apresentou uma indicação solicitando prioridade na vacinação dos profissionais da Educação e das demais áreas que atuam na linha de frente da pandemia. O vereador Sargento Joelson (Solidariedade) defendeu que os policiais militares também estejam na lista e o vereador Kássio Coelho (Patriota) a inclusão dos agentes de trânsito.
 
Na sessão, o auditor do Ministério da Saúde, João Paulo Viana, falou sobre a importância da contribuição dos vereadores na fiscalização dos recursos da saúde, principalmente da pandemia do coronavírus. Convidado do vereador Tenente Coronel Paccola (Cidadania), ele falou sobre o assunto durante a Tribuna Livre.
 
Os parlamentares ainda aprovaram os pareceres favoráveis da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) sobre sete projetos de decretos legislativos apresentados por Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania) que concedem o título de mulher cidadã Ana Maria do Couto. 
 
Além disso, também foram aprovadas indicações e moção de aplausos apresentadas pelos vereadores e vereadoras durante a sessão.
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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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