VÁRZEA GRANDE
Vereadores cobram duplicação e outras melhorias na Rodovia dos Imigrantes em Várzea Grande
O diretor-presidente da Rota do Oeste, Luciano Uchoa, lembra que há um estudo técnico que irá contemplar as mudanças necessárias, principalmente a duplicação. O estudo técnico deve ser concluído em 30 dias.
Política
Os vereadores por Várzea Grande se reuniram, nesta quinta-feira (11.05), com o atual diretor presidente da Nova Rota do Oeste, Luciano Uchoa, para discutir melhorias na Rodovia dos Imigrantes no município.
A reunião também contou com a presença de deputados estaduais da baixada cuiabana. Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal, o vereador Pedro Paulo Tolares – Pedrinho (UB), pediu celeridade para que houvesse a duplicação na via para beneficiar motoristas, ciclistas, pedestres e comerciantes próximos da rodovia.

Créditos: Câmara de VG
“A Rota do Oeste já está com a concessão há quase dez anos e nada foi feito em nosso município. Precisamos que haja celeridade para beneficiar Várzea Grande, principalmente com a duplicação. A população cobra e muito de nós vereadores, pois somos a representação política mais próxima dos moradores”, relata Tolares.
O diretor-presidente da Rota do Oeste, Luciano Uchoa, lembra que há um estudo técnico que irá contemplar as mudanças necessárias, principalmente a duplicação. O estudo técnico deve ser concluído em 30 dias.
“A Imigrantes é um dos pontos críticos do trecho sob concessão, sabemos perfeitamente disso e certamente ela está entre as nossas prioridades a serem executadas. O projeto original já possui mais de 10 anos e carecia de uma atualização. É exatamente o que estamos fazendo. Entregaremos para Várzea Grande um remédio certo para o problema”, concluiu Uchoa.
Participaram da reunião os vereadores: Rogerinho da Dakar (PSDB); Enfermeiro Emerson (PP); Sargento Galibert (UB); Professor Vitamina (Republicanos); Rosy Prado (UB); Gisa Barros (UB); Joaquim Antunes (PSDB). Representando a Assembleia Legislativa participaram os deputados: Fábio Tardin (PSB); Júlio Campos (UB); Juca do Guaraná (MDB) e Paulo Araújo (PP).
SECOM/CÂMARA DE VG
Política
Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste
O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.
Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.
“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.
A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.
Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.
“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.
O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.
A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.
A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.
Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).
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